Podem me queimar na fogueira santa, mas esse sujeito que foi preso a poucos dias em Fortaleza não tinha como dar para outra coisa com essa performance perfeita de meliante.
Olha a cara do elemento:

Podem me queimar na fogueira santa, mas esse sujeito que foi preso a poucos dias em Fortaleza não tinha como dar para outra coisa com essa performance perfeita de meliante.
Olha a cara do elemento:

Passaram esse link hoje na ArqHP, suspeita-se que este site exibe os dados de todos os clientes da Telemar e outras operadoras de telefone fixo. Muito estranho, mas o que me parece é que essa lista vazou da Embratel. Tive essa impressão porque em telefones relativamente novos ainda aparecem com os dados do antigo dono da linha.
Basta digitar seu nome e seu estado ou só o estado e um número de telefone.
Pronto, está ai seu endereço nas mãos de quem quiser. Thanram!
PS.: Mas isso não é novidade, lista telefônica sempre existiu, rs
Quando digo que dou o maior valor a esse sujeito, tem gente que torce o beiço… Assista!
[Do lat. incommodu.]
Adjetivo.
1.Que não oferece comodidade:
cadeira incômoda.
2.Que incomoda; que é desagradável, desconfortável:
posição, postura incômoda.
3.Que enfada, aborrece; enfadonho, molesto:
presença incômoda.
4.Que causa transtorno, maçada; importuno.
5.Que embaraça, que traz dificuldades:
situação incômoda. [Sin. ger.: incomodativo e (p. us.) incomodador, incomodante.]
Substantivo masculino.
6.Doença ligeira; indisposição.
7.Fluxo menstrual. V. menstruação (1).
8.Trabalho, fadiga, canseira.
9.Transtorno, perturbação, importunação, maçada.
10.Estorvo, dificuldade, embaraço. [Cf. incomodo, do v. incomodar.]
“A mulher do vizinho”, Editora Sabiá - Rio de Janeiro, 1962, pág. 22. - Fernando Sabino
Era domingo e o navio prosseguia viagem. Os passageiros iam sendo convocados para a missa de bordo.
- Vamos à missa? convidou Ovalle.
O passageiro a seu lado no convés recusou-se com inesperada veemência:
- Missa, eu? Deus me livre de missa.
- Não entendo - tornou Ovalle, intrigado:
- O senhor pede justamente a Deus que o livre da missa?
- No meu tempo de menino eu ia à missa. Mas deixei de ir por causa de um episódio no colégio interno, há mais de trinta anos. Colégio de padre - isso explica tudo, o senhor não acha?
Ele achou que não explicava nada e pediu ao homem que contasse.
- Pois olha, vou lhe contar: imagine o senhor que havia no colégio um barbeiro, para fazer a barba dos padres e o cabelo dos alunos. Vai um dia o barbeiro me seduz com a idéia de furtar o vinho de missa, que era guardado numa adega. Me ensinou um jeito de entrar na adega - e um dia eu fiz uma incursão ao tonel de vinho. Mas fui infeliz: deixei a torneira pingando, descobriram a travessura e no dia seguinte o padre-diretor reunia todos os alunos do colégio, intimando o culpado a se denunciar. Ia haver comunhão geral e quem comungasse com tão horrenda culpa mereceria danação eterna. Está visto que não me denunciei: busquei um confessor, tendo o cuidado de escolher um padre que gozava entre nós da fama de ser mais camarada: “Padre, como é que eu saio desta? Eu pequei, fui eu que bebi o vinho. Mas se deixar de comungar, o padre-diretor descobre tudo, vou ser castigado.” Ele então me tranqüilizou, invocando o segredo confessional, me absolveu e pude receber a comunhão. Pois muito bem: no mesmo dia todo mundo sabia que tinha sido eu e eu era suspenso do colégio. O homem respirou fundo e acrescentou, irritado:
- Como é que o senhor quer que eu ainda tenha fé nessa espécie de gente?
Ovalle ouvia calado, os olhos perdidos na amplidão do mar. Sem se voltar para o outro, comentou:
- O senhor, certamente, achou que o confessor saiu dali e foi direitinho contar ao diretor.
- Isso mesmo. Foi o que aconteceu.
- O vinho era bom?
- Como?
- Pergunto se o senhor achou o vinho bom.
O homem sorriu, intrigado:
- Creio que sim. Tanto tempo, não me lembro mais… Mas devia ser: vinho de missa!
Então Ovalle se voltou para o homem, ergueu o punho com veemência:
- E o senhor, depois de beber o seu bom vinho de missa, me passa trinta anos acreditando nessa asneira? O homem o olhava, boquiaberto:
- Asneira? Que asneira?
- Será possível que ainda não percebeu? Foi o barbeiro, idiota!
- O barbeiro? — balbuciou o outro:
- É verdade… O barbeiro! Como é que na época não me ocorreu…
- Vamos para a missa - ordenou Ovalle, tomando-o pelo braço.
Texto extraído da página de Fernando Sabino no projeto Releituras.
Estava prestes a choramingar minha tristeza, burrices e preocupações dos dias atuais, quando reli o título que escrevi para o post e mesmo com o peito aqui apertado, angustiado, pensei: “Ainda bem que não fui MAIS TRISTE”.
Engraçada e maluca essa minha mente, que insiste em me manter com os pés no chão mas não me impede de voar.
O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.
Mário Quintana - Caderno H
E o Gábs, ou melhor seu blog, o Silenzio, No hay Banda está de cara e endereço novo, vale a pena conferir os textículos, opiniões e divagações do Gabriel Ramalho. Agora no http://www.blogueisso.com/silenzio
No feriado estava lendo o Querido Leitor, da Rosana Hermann, quando me deparei com um print da coluna da Mônica Bergaman na Folha de São Paulo:

Já pensou o cãozinho uivando cada vez mais alto em Brasília? Deve ser sacanagem, não é possível, mas o que me veio a mente na hora que li isso foi o vídeo do show de humor do João Cláudio Moreno, que postei certa vez aqui no Desopilando, vale a pena ouvir o que ele diz sobre a carreira artística do “futuro” ministro:
Acho que a grande maioria dos que passam por aqui conhecem as tirinhas do Calvin and Hobbes (Calvin e Haroldo em português), quem não conhece está perdendo boas gargalhadas com aquele guri maluco e seu tigre de pelúcia. A questão não é apresentar o Calvin aqui e sim falar do meu personagem preferido na tira, o Pai do Calvin.
O sujeito magrelo de óculos e com cara de Nerd que a primeira vista parece um pai coruja normal, na verdade é um dos mais bem humorados e descolados pais que já vi por ai, até parece meu pai às vezes(eu disse “às vezes”). As sacadas geniais e as respostas na ponta da língua, quando precisa sair de alguma artimanha ou pergunta do Calvin, sempre me rendem ótimas gargalhadas. Aqui vai um exemplo.

Isso é um pai genial, quero ser um pai desses quando crescer.
Mais uma do cara…

Hein? É ou não é O Cara? Deixa eu me inspirar, deixa eu me inspirar… hehehe.
Mais sobre Calvin and Hobbes: Depósito do Calvin e Calvin e Haroldo.
Quem me conhece sabe que não sou de me irritar no trânsito, mas ultimamente os buzinadores e apressados de plantão têm me deixado maluco. O sinal abre, tem uma penca de carros ainda na minha frente, mas o sujeito que está atrás não quer saber, simplesmente taca a mão na buzina.
Pior do que me irritar, saiba que isso é infração, hein sujeito?
Art. 227. Usar buzina:
I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;
II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III - entre as vinte e duas e as seis horas;
IV - em locais e horários proibidos pela sinalização;
V - em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN:
Infração - leve;
Penalidade - multa.
Depois de várias buzinadas no pé-do-ouvido eis que surge um caminhão na minha frente com aquelas velhas e conhecidas frases de pára-choque, aí pensei em fazer umas plaquinhas com frases para mostrar aos motoristas apressados da traseira. Saíram essas três bem educadas e informatizadas…



… se não funcionarem, você apela para as tradicionais.


Essa aqui de cima é contra-indicada se o veículo da traseira for um ônibus ou um caminhão
E por fim aquela velha conhecida “E que tudo mais vá pro inferno”
