The Beatles

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Posted on : 03-02-2010 | By : Mário Aragão | In : Citações, Cultura, Musica, Vídeos

Você conhece o BeatlesTube? Ele já é velhinho, nasceu em 2009, mas ainda é uma boa dica. Lá você encontra uma coleção de vídeos dos Beatles e todas suas músicas.

Link para as músicas por ordem alfabética:

A Day in the Life
A Hard Day’s Night
A Taste of Honey
Across The Universe
Act Naturally
All I’ve got to Do
All My Loving
All Together Now
All You Need Is Love
And I Love Her
And Your Bird Can Sing
Anna (Go To Him)
Another Girl
Any Time At All
Ask Me Why
Baby It’s You
Baby You’re A Rich Man
Baby’s in Black
Back In The USSR
Bad Boy
Because
Being for the Benefit of Mr. Kite!
Birthday
Blackbird
Blue Jay Way
Boys
Can’t Buy Me Love
Carry That Weight
Chains
Come Together
Cry Baby Cry
Day Tripper
Dear Prudence
Devil In Her Heart
Dig A Pony
Dig It
Dizzy Miss Lizzie
Do You Want to Know a Secret
Doctor Robert
Don’t Bother Me
Don’t Let Me Down
Don’t Pass Me By
Drive My Car
Eight Days a Week
Eleanor Rigby
Every Little Thing
Everybody’s Got Something to Hide Except For Me and My Monkey
Everybody’s Trying to be My Baby
Fixing a Hole
Flying
For No One
For You Blue
Free As A Bird
From Me To You
Get Back
Getting Better
Girl
Glass Onion
Golden Slumbers
Good Day Sunshine
Good Morning, Good Morning
Good Night
Got To Get You Into My Life
Happiness is a Warm Gun
Hello, Goodbye
Help
Helter Skelter
Her Majesty
Here Comes The Sun
Here, There And Everywhere
Hey Bulldog
Hey Jude
Hold Me Tight
Honey Don’t
Honey Pie
I Am the Walrus
I Call Your Name
I Don’t Want to Spoil the Party
I Feel Fine
I Me Mine
I Need You
I Saw Her Standing There
I Should Have Known Better
I Wanna Be Your Man
I Want To Hold Your Hand
I Want To Tell You
I Want You
I Will
I’ll Be Back
I’ll Cry Instead
I’ll Follow the Sun
I’ll Get You
I’m a Loser
I’m Down
I’m Happy Just to Dance with You
I’m Looking Through You
I’m Only Sleeping
I’m so tired
I’ve Got A Feeling
I’ve Just Seen a Face
If I Fell
If I Needed Someone
In My Life
It Won’t Be Long
It’s All Too Much
It’s Only Love
Julia
Kansas City/Hey, Hey, Hey
Komm Gib Mir Deine Hand
Lady Madonna
Let it Be
Little Child
Long Tall Sally
Long, Long, Long
Love Me Do
Love You To
Lovely Rita
Lucy in the Sky with Diamonds
Maggie Mae
Magical Mystery Tour
Martha My Dear
Matchbox
Maxwell’s Silver Hammer
Mean Mr. Mustard
Michelle
Misery
Money (That’s What I Want)
Mother Nature’s Son
Mr. Moonlight
No Reply
Norwegian Wood
Not a Second Time
Nowhere Man
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Octopus’s Garden
Oh! Darling
Old Brown Shoe
One After 909
Only A Northern Song
P.S. I Love You
Paperback Writer
Penny Lane
Piggies
Please Mister Postman
Please Please Me
Polythene Pam
Rain
Real Love
Revolution 1
Revolution 9
Rock and Roll Music
Rocky Raccoon
Roll Over Beethoven
Run For Your Life
Savoy Truffle
Sexy Sadie
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise)
She Came In Through The Bathroom Window
She Loves You
She Said, She Said
She’s A Woman
She’s Leaving Home
Sie Liebt Dich
Slow Down
Something
Strawberry Fields Forever
Sun King
Taxman
Tell Me What You See
Tell Me Why
Thank You Girl
The Ballad of John And Yoko
The Continuing Story of Bungalow Bill
The End
The Fool On The Hill
The Inner Light
The Long And Winding Road
The Night Before
The Word
There’s A Place
Things We Said Today
Think For Yourself
This Boy
Ticket to Ride
Till There was You
Tomorrow Never Knows
Twist and Shout
Two of Us
Wait
We Can Work It Out
What Goes On
What You’re Doing
When I Get Home
When I’m Sixty-Four
While My Guitar Gently Weeps
Why don’t we do it in the road
Wild Honey Pie
With a Little Help From My Friends
Within You Without You
Words of Love
Yellow Submarine
Yer Blues
Yes It Is
Yesterday
You Can’t Do That
You Know My Name
You Like Me Too Much
You Never Give Me Your Money
You Really Got a Hold on Me
You Won’t See Me
You’re Going to Lose That Girl
You’ve Got to Hide Your Love Away
Your Mother Should Know

Links para os Álbuns:

Brasil, comportamento na terra das parcelas

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Posted on : 01-02-2010 | By : Mário Aragão | In : Brasil, Citações, Cultura

Cultura e comportamento sempre me atraem, comparações e variações nos permitem análises e críticas sobre o nosso cotidiano e o quanto somos influenciáveis. Seguem abaixo alguns dados e textos que li esses dias:

A Visa atua em 200 países, só no Brasil e em outros 5 lugares dá para fazer compras parceladas com os cartões.

Nos Estados Unidos, por exemplo, não existe essa opção. “No Brasil, o parcelamento é uma forma de competir com o cheque pré-datado, algo típico daqui”, diz Percival Jatobá, diretor da Visa no Brasil. Mais de 30% das compras feitas com cartão de crédito da Visa no país são divididas ao longo dos meses.

As informações acima fazem parte de uma matéria da revista Super Interessante, edição de fevereiro de 2010, intitulada “COMO AS EMPRESAS ENXERGAM VOCÊ“, há muitos dados sobre o comportamento e gosto dos brasileiros, alguns bem previsíveis como o fato de que apartamento sem churrasqueira não vende no Sul.

Veja também apresentação do estudo sobre o Mercado de consumo brasileiro em suas várias regiões, feito pela nielsen:

Metrosexuais
Engraçado, jurava que a coisa era bem diferente, mas no quesito vaidade, o homem brasileiro é um mercado e tanto para as empresas de cosméticos. Os brasileiros tendem a usar mais produtos para rosto, por exemplo, do que os homens de outros países. Enquanto 30% dos daqui se dizem interessados nesses produtos, só 16% na Espanha e 12% na Austrália deram a mesma resposta.

Invisíveis
A Região Norte do Brasil simplesmente não aparece nas pesquisas sobre os hábitos dos brasileiros como as da Nielsen ou Tecnisa. Será que esse povo não conta? 7% da população brasileira não é um mercado lucrativo? Não sei, mas nossos irmãos do Norte, parecem invisíveis para o mercado.

Preconceito?
Nordeste Low-Tech
Às vezes, as estatísticas parecem nos soar como preconceituosas, segundo as mesmas Gadgets não são muito a onda dos nordestinos. E na verdade, se olharmos para os números, não são. A Consul, por exemplo, teve que retroceder na tecnologia para vender mais microondas no Nordeste. Em julho de 2008 lançou um novo modelo com um antiquado botão giratório. Touch Screen nem pensar! Justificativa? Apenas 4% dos lares do Nordeste têm microondas, muita gente está comprando seu primeiro aparelho e querem sempre o mais fácil de usar.

No Nordeste é diferente, é assim que a gente fala

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Posted on : 15-01-2010 | By : Mário Aragão | In : Citações, Cultura

O nome do cordelista é Ismael Gaião da Costa, nasceu em Recife-PE.

Engenheiro Agrônomo, Funcionário Público Federal, lotado na UFRPE – Estação Experimental de Cana-de-açúcar de Carpina.

Publicou 20 (vinte) Cordéis e diversas poesias (sonetos, matutas, sociais). É filiado à UNICORDEL – União dos Cordelistas de Pernambuco, na qual integra a equipe de Declamadores. Assina a Coluna COLCHA DE RETALHOS, no JORNAL DA BESTA FUBANA – uma gazeta da bixiga lixa (Blog), Condado-PE, em 07 de maio de 1961.

Ganhador da 4ª RECITATA – 2009(concurso de poesia declamada) da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, com nota 10 (dez) no Júri Popular, declamando a poesia MENINO DE RUA.

O Cordel:

Há diferenciação
Porque cada região
Tem seu jeito de falar
O Nordeste é excelente
Tem um jeito diferente
Que a outro não se iguala
Alguém chato é Abusado
Se quebrou, Tá Enguiçado
É assim que a gente fala

Uma ferida é Pereba
Homem alto é Galalau
Ou então é Varapau
E coisa ruim é Peba
Cisco no olho é Argueiro
O sovina é Pirangueiro

Enguiçar é Dar o Prego
Fofoca aqui é Fuxico
Desistir, Pedir Penico
Lugar longe é Caxaprego
Ladainha é Lengalenga
E um estouro é Pipoco
Qualquer botão é Pitoco
E confusão é Arenga

Fantasma é Alma Penada
Uma conversa fiada
Por aqui é Leriado
Palavrão é Nome Feio
Agonia é Aperreio
E metido é Amostrado
O nosso palavreado
Não se pode ignorar
Pois ele é peculiar
É bonito, é Arretado
E é nosso dialeto
Sendo assim, está correto

Dizer que esperma é Gala
É feio pra muita gente
Mas não é incoerente
É assim que a gente fala

Você pode estranhar
Mas ele não tem defeito
Aqui bala é Confeito
Rir de alguém é Mangar

Mexer em algo é Bulir
Paquerar é Se Inxirir
E correr é Dar Carreira
Qualquer coisa torta é Troncha
Marca de pancada é Roncha
E a caxumba é Papeira

Longe é o Fim do Mundo
E garganta aqui é Goela
Veja que a língua é bela
E nessa língua eu vou fundo
Tentar muito é Pelejar
Apertar é Acochar

Homem rico é Estribado
Se for muito parecido
Diz-se Cagado e Cuspido
E uma fofoca é Babado
Desconfiado é Cabreiro
Travessura é Presepada
Uma cuspida é Goipada
Frente de casa é Terreiro

Dar volta é Arrudiar
Confessar, Desembuchar
Quem trai alguém, Apunhala
Distraído é Aluado
Quem está mal, Tá Lascado
É assim que a gente fala

Aqui valer é Vogar
E quem não paga é Xexeiro
Quem dá furo é Fuleiro
E parir é Descansar
Um rastro é Pisunhada
A buchuda é Amojada
E pão-duro é Amarrado

Verme no bucho é Lombriga
Com raiva Tá Com a Bixiga
E com medo é Acuado
Tocar em algo é Triscar
O último é Derradeiro
E para trocar dinheiro
Nós falamos Destrocar

Tudo que é bom é Massa
O Policial é Praça
Pessoa esperta é Danada
Vitamina dá Sustança
A barriga aqui é Pança
E porrada é Cipoada

Alguém sortudo é Cagado
Capotagem é Cangapé
O mendigo é Esmolé
Quem tem pressa é Avexado
A sandália é Percata
Uma correia, Arriata
Sem ter filho é Gala Rala
O cascudo é Cocorote
E o folgado é Folote
É assim que a gente fala

Perdeu a cor é Bufento
Se alguém dá liberdade
Pra entrar na intimidade
Dizemos Dar Cabimento
Varrer aqui é Barrer
Se a calcinha aparecer
Mostra a Polpa da Bunda
Mulher feia é Canhão
Neco é pra negação
Nas costas, é na Cacunda

Palhaçada é Marmota
Tá doido é Tá Variando
Mas a gente conversando
Fala assim e nem nota
Cabra chato é Cabuloso
Insistente é Pegajoso
Remédio aqui é Meisinha
Chateado é Emburrado
E quando tá Invocado
Dizemos Tá Com a Murrinha

Não concordo, é Pois Sim
Tô às ordens é Pois Não
Beco ao lado é Oitão
A corrente é Trancilim
Ou Volta, sem o pingente
Uma surpresa é, Oxente!
Quem abre o olho Arregala
Vou Chegando, é pra sair
Torcer o pé, Desmintir
É assim que a gente fala

A cachaça é Meropéia
Tá triste é Acabrunhado
O bobo é Apombalhado
Sem qualidade é Borréia
A árvore é Pé de Pau
Caprichar é Dar o Grau
Mercado é Venda ou Bodega
Quem olha tá Espiando
Ou então, Tá Curiando
E quem namora Chumbrega

Coceira na pele é Xanha
E molho de carne é Graxa
Uma pelada é um Racha
Onde se perde ou se ganha
Defecar se chama Obrar
Ou simplesmente Cagar
Sem juízo é Abilolado
Ou tem o Miolo Mole
Sanfona também é Fole
E com raiva é Infezado

Estilingue é Balieira
Uma prostituta é Quenga
Cabra medroso é Molenga
Um baba ovo é Chaleira
Opinar é Dar Pitaco
Axilas é Suvaco
E cabra ruim é Mala
Atrás da nuca é Cangote
Adolescente é Frangote
É assim que a gente fala

Lugar longe aqui é Brenha
Conversa besta, Arisia
Venha, ande, é Avia
Fofoca é também Resenha
O dado aqui é Bozó
Um grande amor é Xodó
Demorar muito é Custar
De pernas tortas é Zambeta
Morre, Bate a Caçuleta
Ficar cheirando é Fungar

A clavícula aqui é Pá
Um mal-estar é Gastura
Um vento bom é Frescura
Ali, se diz, Acolá
Um sujeito inteligente
Muito feio ou valente
É o Cão Chupando Manga
Um companheiro é Pareia
Depende é Aí Vareia
Tic nervoso é Munganga

Colar prova é Filar
Brigar é Sair no Braço
Nosso lombo é Ispinhaço
Faltar aula é Gazear
Quem fala alto ou grita
Pra gente aqui é Gasguita
Quem faz pacote, Embala
Enrugado é Ingilhado
Com dor no corpo, Ingembrado
É assim que a gente fala

Um afago é Alisado
Um monte de gente é Ruma
Pra perguntar como, é Cuma
E bicho gordo é Cevado
A calça curta é Coronha
Um cabra leso é Pamonha
E manha aqui é Pantim
Coisa velha é Cacareco
O copo aqui é Caneco
E coisa pouca é Tiquim

Mulher desqualificada
Chamamos de Lambisgóia
Tudo que sobra, é Bóia
E muita gente é Cambada
O nariz aqui é Venta
A polenta é Quarenta
Mandar correr é Acunha
Ter um azar é Quizila
A bola de gude é Bila
Sofrer de amor, Roer Unha

Aprendi desde pivete
Que homem franzino é Xôxo
Quem é medroso é um Frouxo
E comprimido é Cachete
Sujeira em olho é Remela
Quem não tem dente é Banguela
Quem fala muito e não cala
Aqui se chama Matraca
Cheiro de suor, Inhaca
É assim que a gente fala

Pra dizer ponto final
A gente só diz: E Priu
Pra chamar é Dando Siu
Sem falar, Fica de Mal
Separar é Apartá
Desviar é Ataiá
E pra desmentir é Nego
Quem está desnorteado
Aqui se diz Ariado
E complicado é Nó Cego
Coisa fácil é Fichinha
Dose de cana é Lapada
Empurrão é Dá Peitada
E o banheiro é Casinha

Tudo pequeno é Cotoco
Vigi! Quer dizer, por pouco
Desde o tempo da senzala
Nessa terra nordestina
Seu menino, essa menina!
É assim que a gente fala

Veja mais textos de Ismael no Recanto das Letras: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=50436

Lula, Mandela, Darwin e Paulo Francis

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Posted on : 27-12-2009 | By : Mário Aragão | In : Brasil, Citações, Cultura, Filmes, Política

O que esses sujeitos têm em comum?

lulamandeladarwinfrancis

Todos terão um filme, relatando algum momento de suas vidas, que estreará nas telonas no próximo mês de janeiro.

Lula, o Filho do Brasil
O filme conta a história de Luís Inácio da Silva, de seu nascimento, no sertão nordestino até 1980, quando se transformou em líder sindical em São Paulo. Lula será interpretado por Rui Ricardo Dias e sua mãe Dona Lindu por Glória Pires.

É de longe a mais famosa e criticada, dessas estréias, em nossas Terras Tupiniquins. Segundo sua oposição política, o filme é eleitoreiro e trata a vida de Lula sem defeitos o transformando em Herói em pleno ano eleitoral. As críticas porém, podem ter um efeito contrário e embalar ainda mais a audiência do longa.

Estréia: 1º de janeiro.

Invictus

Trata do momento em que Nelson Mandela, estrelado por Morgan Freeman, sai da prisão em 1990 e torna-se presidente em 1994. Mandela une forças com um símbolo marcante da segregação racial na África do Sul: o rúgbi.

François Pienaar, estrelado por Matt Damon, capitão do time Springboks é conquistado por Mandela, que mostra seus planos de consolidar o fim do Apartheid. A África do Sul sagra-se campeã da Copa do Mundo de Rúgbi daquele ano e consegue um grande passo na busca da união racial no país.

Estréia: 29 de janeiro.

Creation
O naturalista inglês Charles Darwin, estrelado por Paul Bettany, discute suas teorias revolucionárias sobre a evolução das espécies com sua mulher uma religiosa convicta.

Estréia: 29 de janeiro.

Caro Francis
O jornalista brasileiro Paulo Francis é homenageado nesse documentário que traça suas múltiplas facetas.

Estréia: 8 de janeiro.

Críticas a parte, a biografia, ou parte dela, dessas personalidades com certeza rendem boas histórias e reflexões. Pretendo ver todos.

Feliz 2010!

Google Dictionary

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Posted on : 07-12-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Google, Mundo, Tecnologia

o Google anunciou mais um serviço, lançou o Google Dictionary, recurso que traz definições, sinônimos e expressões idiomáticas usadas em 28 idiomas. Trata-se do primeiro dicionário gratuito capaz de traduzir, por exemplo, o phrasal verb, verbo presente na língua inglesa que não pode ser traduzido literalmente.

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Ainda em fase Beta, o dicionário da Google promove também uma convergência com definições participativas presentes na Wikipedia, característica presente no Babylon, tradutor muito conhecido, não gratuíto, na web.

Fonte: Vida em Rede

Chrome para Mac quase pronto

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Posted on : 30-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Google, Mundo, Software Livre, Tecnologia, tirinhas

O Google lançará em breve a versão beta do navegador Chrome para Mac OS. Apenas oito bugs estão emperrando o lançamento, mostrou nesta segunda-feira (30/11) o banco de dados de rastreio de bugs do Google. Apenas dois são marcados como Prioridade e ambos envolvem o fechamento do programa quando o navegador tenta apresentar conteúdo no formato Flash, da Adobe. (ainda acha que só eu implico com essa joça?)

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Para tristeza dos usuários da Maçã, diversos recursos disponíveis para usuários de Windows ainda não estarão presentes nesta versão beta para Mac.

A lista de ausências inclui o Bookmark Manager, o App Mode e a Bookmark Synchronization. Também não haverá suporte para extensões, informou hoje o TechChrunch.

“Não haverá extensões para beta”, disse pelo twitter @mikepinkerton, um líder técnico para o Chrome do Mac, “Mas teremos isso logo”.

Edições para desenvolvedores de Chrome para Mac e Linux foram liberadas em junho, mas o Google alertou os usuários casuais de que essas versões são potencialmente instáveis.

Em outubro, o Chrome respondeu por cerca de 3,6% do mercado de navegadores, de acordo com estatísticas da empresa de métricas na web NetApplications.

E para desopilar, uma tirinha:

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Murdoch quer fechar com a Microsoft

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Posted on : 30-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Cultura, Google, Mundo, Tecnologia

O velho Rupert Murdoch, fundador da News Corp., o quinto maior conglomerado de mídia do mundo que controla canais de TV como o Fox, jornais como o Wall Street Journal e o britânico The Times, continua tentando desafiar o Google. Para isso, articula um acordo inédito, segundo o qual a Microsoft pagaria para ter acesso exclusivo aos links das publicações da News Corp., por meio do Bing, a ferramenta de buscas da companhia de Bill Gates, ou seja Google News ficaria de fora. O pessoal da News Corp., ao contrário de todos na internet, evitaria os algoritmos de busca do Google.

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Pesquisa da consultoria Serasa Experian Hitwise indica que, nos Estados Unidos, o site de busca e seu agregador de informações, Google News, são responsáveis por 26,3% da audiência da versão on-line do Wall Street Journal. Esse porcentual está acima da média de publicações americanas, que é de 21,5%. No Brasil, quatro em cada dez usuários da web chegam a sites de notícias pelo Google. Para Murdoch, é burrice se manter enfeitiçado por esses números. Recentemente, ele disse que os links do Google “roubavam” as histórias de seus jornais.

Hoje, os sites de busca movimentam 33 bilhões de dólares por ano ao redor do mundo, segundo estimativa do J.P. Morgan. Desse valor, 72% vão para o Google. A Microsoft detém somente 7% do total. Murdoch parece ter encontrado um aliado na Microsoft, que procura transformar o Bing numa alternativa ao Google.

O Bing cresce lentamente no mercado americano – e Steve Ballmer, o presidente da empresa, afirma que acelerar esse crescimento, por meio de investimentos, é uma prioridade. O acordo com a News Corp. – cujos detalhes ainda são desconhecidos – seria o primeiro passo dessa estratégia.

Com informações da Veja e do InfoPlantão

Comportamento dos internautas brasileiros em mídias sociais

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Posted on : 27-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Brasil, Citações, Cultura, Tecnologia
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A comemoração dos mortos

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Posted on : 02-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Brasil, Citações, Cultura

A religião, essa sublime epopéia do coração humano, tem um símbolo para cada sentimento, uma imagem para todos os acidentes da nossa existência.

É aos pés do altar que o homem vê abrir-se para ele a fonte de todas as supremas venturas deste mundo – a família; e, quando o sopro da desgraça vai desfolhando uma a uma as flores da vida, é ainda aos pés do altar que achamos o consolo para as grandes dores, a esperança nos maiores infortúnios.

Quantas vezes no seio das alegrias e dos prazeres, quando nossos olhos vêem tudo cor-de-rosa, quando o ar que respiramos parece vir perfumado dos bafejos da ventura, não sentimos de chofre o coração apertar-se como tomado por um doloroso pressentimento, e a alma confranger-se numa angústia pungente?

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Também às vezes a fortuna nos embala docemente, e a ambição nos empresta suas asas de ouro, ao passo que a glória envolve-nos com a sua auréola brilhante. Então o homem caminha com os olhos fitos na sua estrela, e com a cabeça alta passa sem perceber as misérias do mundo. Sublimi feriam sidera vértice.

Mas lá vem um dia, uma hora, um instante em que o corpo verga com o peso de tanta grandeza, e a cabeça acurva-se para a terra. Os olhos que mediam o espaço vacilam; a vista que se dilatava pelos horizontes e ousava sondar os arcanos do futuro quebra-se de encontro a uma lousa, a um fosso, onde a pá do coveiro traçou num estreito quadrado e com um pouco de terra revolvida o emblema daquela sentença do Eclesiástico: Vanitas vanitatum et omnia vanitas!

Se, porém a religião é severa nos seus conselhos, se durante os dias de paz e de ventura fortifica o homem por meio da tristeza, na dor ao contrário é de uma bondade inefável.

Nem uma fibra palpita no corpo humano, nem uma pulsação abala o coração, nem um soluço arqueja num peito quebrado pelo sofrimento, que não ache nela um eco, uma voz que lhe responda.

A vida humana se resume na religião; nela se acha a essência de todos os grandes sentimentos do homem e de todas as grandes coisas do mundo.

Quando se folheia este livro da vida, e que se chega à última página – à morte – quando a alma, em face do nada sente-se tomada desta grande e assombrosa ameaça do completo aniquilamento, é que se sente quanto há de consolador na religião.

Entre as sombras da dúvida, entre o vago do infinito, a eternidade surge para nossa alma como uma dessas estrelas furtivas que brilham entre o Cris negro da tempestade, e que guiam o nauta perdido na vasta amplidão dos mares.

Se queres ler a legenda desta crença sublime de todos os povos e de todos os tempos, ide no dia 2 de novembro, dia que a igreja destinou à comemoração dos finados, fazer uma visita aos nossos cemitérios.

Haveis de sentir calar-vos dentro d’alma um eflúvio consolador, quando virdes toda aquela piedosa romaria que percorre as aléias formadas pelos túmulos, relendo entre o pranto as letras de um epitáfio singelo, e espargindo sobre a lousa alguma s flores misturadas de lágrimas e de preces.

Este aspecto de uma multidão forte e cheia de vida prostrada ante as cinzas de alguns mortos não exprime alguma coisa de misterioso, alguma coisa de incompreensível, que decerto se prende a esse religioso culto dos túmulos sempre venerado por todos os povos?

Para que o homem venha assim cada ano avivar uma dor quase extinta, e ver refletir-se na lousa da campa os transes acerbos de uma triste provança já acalmada pelo correr dos tempos, é necessário a força irresistível da verdade revelada pelos impulsos do coração.

Sem isto, não é possível compreender-se o respeito que votamos aos mortos, nem essa melancólica poesia da saudade que inspira a religião dos túmulos.

É verdade; mas os restos dos mortos encerram de envolta com as recordações deste mundo as esperanças de outra vida.

Adaptado do Folhetim de José de Alencar, no Correio Mercantil de 5 de Novembro de 1854

Lá se foram 10 dias…

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Posted on : 01-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Cultura, Mundo

O calendário maia, dizem os apocalípticos, prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012. Calendários, no entanto, são excelentes instrumentos para orientar sobre o compromisso da próxima quarta-feira, mas são um embuste para prever o futuro. As diversas civilizações – não só os maias, mas os egípcios, os chineses – criaram os próprios calendários, uns com base no Sol, outros com base na Lua, uns mais longos, outros mais curtos, mas todos sempre foram expressão da inclinação humana de atribuir ordem ao caos. Com o calendário, criamos a sensação de ordenar os dias, os meses e os anos num sistema cronológico racional e matematicamente preciso. Só que a natureza não é assim. Num delicioso livro lançado às vésperas do ano 2000, O Milênio em Questão, no qual se baseia este texto, o grande paleontólogo americano Stephen Jay Gould (1941-2002) escreveu: “A natureza, aparentemente, pode fazer um esplêndido hexágono, mas não um ano com um belo número par de dias ou rotações lunares”. E, com o humor que lhe era peculiar, acrescentou: “A natureza se recusa teimosamente a trabalhar com relações numéricas simples justamente naquilo em que sua regularidade seria mais útil para nós”.

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Ou seja: os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.

Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.

Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras.

Fonte: Veja

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