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	<title>Mário Aragão - Desopilando &#187; Citações</title>
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	<description>por Mário Aragão</description>
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		<title>Mente Inconsciente</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 12:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1880, Josef Breuer, médico vienense especializados em transtornos psiquiátricos, recebeu uma paciente a que se referiu apenas como Anna O., para manter a confidencialidade entre médico e paciente. Ela sofria do que na época se chamava &#8220;histeria&#8221;, um conjunto de transtornos psicossomáticos &#8211; em seu caso, na maior parte paralisia esporádica &#8211; e outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1880, Josef Breuer, médico vienense especializados em transtornos psiquiátricos, recebeu uma paciente a que se referiu apenas como Anna O., para manter a confidencialidade entre médico e paciente. Ela sofria do que na época se chamava &#8220;histeria&#8221;, um conjunto de transtornos psicossomáticos &#8211; em seu caso, na maior parte paralisia esporádica &#8211; e outros problemas emocionais. O tratamento de Breuer usava a hipnose e, ás vezes, apenas conversas. Sua idéia era que hipnotizar o paciente e deixá-lo falar sobre sentimentos e fantasias &#8211; falar livremente, sem nenhum tipo de censura &#8211; expunha um nível de pensamento e sentimento que a consciência normalmente não alcançava. Quando verbalizados, estes pensamentos, imagens e idéias &#8220;inconscientes&#8221; ficavam ao alcance da consciência e podiam ser discutidos. O processo desta discussão costumava melhorar o estado do paciente e às vezes aliava drasticamente os sintomas &#8220;histéricos&#8221; psicossomáticos.</p>
<p>Beurer conheceu um colega mais jovem, Sigmund Freud, que sistematizou a noção de inconsciente e criou a toria mental mais influente dos tempos modernos: a psicanálise.</p>
<p><small>Ciência a Jato, Alan Axelrod<small></p>
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		<title>A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 20:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançada em 2001, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, da Fundação Pró-Livro, é o mais completo painel sobre os hábitos de leitura da população brasileira. A divulgação dos números, coletados pelo IBOPE Inteligência em 2011, dá mostras do cenário nada favorável que o país precisa enfrentar para vencer barreiras há muito arraigadas. Os entrevistadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançada em 2001, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, da Fundação Pró-Livro, é o mais completo painel sobre os hábitos de leitura da população brasileira. A divulgação dos números, coletados pelo IBOPE Inteligência em 2011, dá mostras do cenário nada favorável que o país precisa enfrentar para vencer barreiras há muito arraigadas. Os entrevistadores classificam como leitores aqueles que leram ao menos um livro nos três meses anteriores à coleta dos dados. Há nesse recorte uma queda de 9,1% comparando-se os números de 2011 com os de 2007, de 95,6 milhões para 88,2 milhões de leitores, que correspondem a 50% da população brasileira com cinco anos ou mais – 178 milhões. E em relação às obras lidas a curva também é decrescente – de 2,4 em 2007 para 1, 8 livros lidos em 2011.</p>
<p><strong>A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil II</strong></p>
<p>A substituição do tempo destinado à leitura por diversos outros hábitos, como televisão, assistir a filmes em DVD e navegar em computadores por diversão ajuda a explicar os números coligidos. Ao mesmo tempo, o desinteresse da população está bastante presente na pesquisa, como bem atesta a baixa penetração das bibliotecas na disseminação do hábito de ler. Três em cada quatro brasileiros nunca pôs os pés numa biblioteca, mesmo que em quase sua totalidade admitam ter fácil acesso a equipamentos culturais do gênero. O que de certa forma ajuda a corroborar outro dado, o que identifica os que têm o hábito de ler em seu tempo livre. Comparando-se os números de 2011 com os de 2007, a queda é de 8% &#8211; apenas 24% dos entrevistados afirmam dedicar-se a leitura como forma de lazer.</p>
<p><strong>A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil III</strong></p>
<p>Surpreende também o recorte regional. A região Sul, que historicamente apresenta estatísticas educacionais superiores a média nacional, é a que possui a menor porcentagem de leitores em relação ao total da população – apenas 43%. Por outro, o Centro-Oeste e o Nordeste são as únicas regiões que superam a média, com 53% e 51%, respectivamente. Em relação a faixas etárias, há um declínio na média de livros lidos dos 5 aos 17 anos comparando-se 2011 a 2007. Segundo o IBOPE dois fatores ajudam a explicar os números – o aumento da expectativa de vida e a redução de brasileiros em idade escolar. O que, por outro lado, reforça a dificuldade de termos no país uma massa de leitores independentes ao ambiente acadêmico – apenas 21% dos entrevistados lê livros diariamente.</p>
<p><strong>A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil IV</strong></p>
<p>Os números coletados tornam oportunas as reflexões que rompam com antigas ideias sobre a questão da leitura no país. Mais do que uma questão de acesso (físico ou econômico), estamos diante de uma questão de hábitos, que antes mesmo de desenvolvidos vêm sendo substituídos por novas formas de lazer. O valiosíssimo banco de horas livres dos brasileiros tem sido utilizado pela maior parte da população em atividades apartadas da leitura. Como convencer esse leitor em potencial não só da importância, mas principalmente do prazer que os livros podem nos proporcionar, talvez seja um dos mais complexos projetos do país para os próximos anos.</p>
<p><small><strong>José Godoy</strong> é escritor e editor. Mestre em teoria literária pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), colabora com diversos veículos, como a revista &#8220;Legado&#8221;, da qual é colunista, e os jornais &#8220;Valor Econômico&#8221; e &#8220;O Globo&#8221;. Desde 2006, apresenta o programa &#8220;Fim de Expediente&#8221;, junto com Dan Stulbach e Luiz Gustavo Medina. O blog do programa está no portal G1.</small></p>
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		<title>O saudável hábito da panelada</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 14:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aqui no Ceará]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[panelada]]></category>

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		<description><![CDATA[Os exames tinham caducado, foram feitos em 2008: testosterona, FSH e LH (pra saber como está a saúde dos testículos), PSA (pra detecção de câncer de próstata), glicemia, dosagem de colesterol e triglicerídeos. Assim mesmo, seu Raimundo mostrou os resultados ao médico. Que após tudo ler fez-se preocupado. Mediu a pressão (26 por 18) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os exames tinham caducado, foram feitos em 2008: testosterona, FSH e LH (pra saber como está a saúde dos testículos), PSA (pra detecção de câncer de próstata), glicemia, dosagem de colesterol e triglicerídeos.</p>
<p>Assim mesmo, seu Raimundo mostrou os resultados ao médico. Que após tudo ler fez-se preocupado. Mediu a pressão (26 por 18) e deu pausa. Olhando nos olhos do paciente, constatou: eis fortíssimo candidato a um AVC. Desmedida era a ingestão de vodka com picanha e linguiça.</p>
<p>- Ou o senhor para já com essa loucura ou marquemos a Missa de 7º Dia.</p>
<p>O médico “ordenou” a seu Raimundo balancear a dieta, praticar esporte regularmente. Mais adiante fizesse novos exames e voltasse. Paciente fala que cumprirá tudo à risca. Voltou. Mas, ao contrário, passou a traçar panelada no café da manhã com cerveja. Fez exame coisíssima nenhuma!</p>
<p><a href="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/04/PANELADA.jpg"><img src="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/04/PANELADA.jpg" alt="" title="PANELADA" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1242" /></a></p>
<p>Indagado do médico sobre como se sentia agora, o novo estado de saúde após o sacrifício de largar as gordurosas iguarias e o merol, seu Raimundo falou que se sentia um menino. O médico, só no olhômetro&#8230;</p>
<p>- Realmente, seu Raimundo, o senhor tá outro homem! Nada como a prática de hábitos alimentares saudáveis!</p>
<p><small>Da coluna AOS VIVOS de Tarcísio Matos no O Povo.<br />
Vale a pena conferir a saga do <a href="http://www.opovo.com.br/app/colunas/aosvivos/2011/03/26/noticiaaosvivos,2117833/primeiro-cearense-contaminado-pela-radiatividade-japonesa.shtml">Primeiro cearense contaminado pela radiatividade japonesa</small></p>
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		<title>12ª edição do FISL abre submissão de palestras</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 17:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Fórum Internacional de software Livre (FISL), que chega à sua 12ª edição, está com a chamada para a submissão de palestras aberta, até o dia 30 de abril. As propostas de palestras devem se enquadrar em uma das trilhas disponíveis nos cinco tópicos principais do evento, que são: Desenvolvimento: PHP e Java; Python, Ruby, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Fórum Internacional de software Livre (FISL), que chega à sua <a href="http://softwarelivre.org/fisl12">12ª edição</a>, está com a chamada para a submissão de palestras aberta, até o dia 30 de abril. As propostas de palestras devem se enquadrar em uma das trilhas disponíveis nos cinco tópicos principais do evento, que são:</p>
<p><strong>Desenvolvimento:</strong> PHP e Java; Python, Ruby, Perl; Outras Linguagens; Ferramentas, Metodologias e Padrões; Visual/GUI; Gerência de Conteúdo</p>
<p><strong>Admin:</strong> Segurança; Administração de Sistemas e VoIP; Hardware, Sistemas Embarcados e Robótica1; Kernel, Sistemas de Arquivos e Sistemas Operacionais; Gerenciamento de Dados</p>
<p><strong>Desktop:</strong> Desktop e Distribuições; Jogos, Multimídia e Streaming</p>
<p><strong>Ecossistema:</strong> Negócios, Implementações e Casos; Ecossistema e Cultura; Educação e Inclusão Digital</p>
<p><strong>Emergentes:</strong> Tópicos Emergentes</p>
<p><img src="http://softwarelivre.org/articles/0030/8031/Banner_web-07.jpg" alt="FISL 12" /></p>
<p>O FISL, que atualmente é a maior conferência de software livre da América Latina, vai ocorrer entre os dias 29 de junho e 2 de julho no centro de eventos da PUC em Porto Alegre. Desde a sua primeira edição em 2000, o evento é composto de palestras e mini-eventos comunitários, que podem ser livremente organizados por qualquer grupo de usuários. O <a href="http://softwarelivre.org/fisl12" target="_blank">FISL</a> atrai um público cheio de ideias, novidades e motivação, o que faz com que cada ano o evento seja um pouco maior e um pouco melhor.</p>
<p>A seleção das palestras será realizada da mesma forma que no ano anterior, por votação de todos os inscritos utilizando o sistema de torneio suíço. Segundo esse sistema, depois da submissão de palestras encerrada, começa a votação; todos os cadastrados no sistema podem votar e cada um tem direito a 5 votos. Cada voto é feito escolhendo-se entre duas palestras apresentadas pelo sistema. Você diz qual das duas prefere ver no FISL. Cada voto para uma palestra conta um ponto, e as palestras com maior pontuação são as escolhidas.</p>
<p>Além das palestras da comunidade, já foram convidados e confirmaram presença como palestrantes Jon &#8220;Maddog&#8221; Hall, Simon Phipps, Jeremy Allison, Tony Wasserman e Randal L. Schwartz (&#8220;merlyn&#8221;).</p>
<p>Para enviar a sua proposta de palestra, acesse a página do <a href="https://fisl.org.br/12/papers_ng/public/welcome" target="_blank">Papers-NG</a>, o sistema de envio de propostas do FISL.</p>
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		<title>Você é um cara de sorte, um babaca ou um intelectual?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 14:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Diarinho]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[piada]]></category>

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		<description><![CDATA[O DIRETOR de uma grande multinacional olha para os 700 currículos sobre sua mesa e diz à secretária: – Pegue os 30 que estão no topo da pilha e chame-os para ser entrevistados. Jogue os restantes na máquina fragmentadora. A secretária fica espantada: – O senhor está louco? São 670 pessoas! Talvez os melhores estejam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O DIRETOR</strong> de uma grande multinacional olha para os 700 currículos sobre sua mesa e diz à secretária:<br />
– Pegue os 30 que estão no topo da pilha e chame-os para ser entrevistados. Jogue os restantes na máquina fragmentadora. A secretária fica espantada:<br />
– O senhor está louco? São 670 pessoas! Talvez os melhores estejam lá!<br />
– Eu não preciso de gente sem sorte ao meu lado.</p>
<p><strong>A FILHA </strong>faz 18 anos, e o pai está todo feliz por emitir o último cheque da pensão que paga à ex-mulher há 17 anos e 11 meses. Ele pede para a filha levar o cheque e retornar rapidinho para contar como ficou a cara da mãe ao saber que é o último cheque dele que verá. A filha entrega o cheque à mãe, ouve o que ela diz e volta para a casa do pai para dar a tão esperada resposta.<br />
– Diga, filha, qual foi a reação da babaca da sua mãe?<br />
– Ela mandou dizer que você não é o meu pai!</p>
<p><strong>DUAS AMIGAS</strong> conversam no bar:<br />
– Nem te conto, menina… Saí ontem com um intelectual!<br />
– É mesmo? Me diz, como é que foi?<br />
– Ah, com intelectual é tudo diferente. Já começa que intelectual não tem pau.<br />
– Não?<br />
– Não, intelectual tem pênis.<br />
– É? E como é que é?<br />
– É igualzinho a pau, só que é mole.</p>
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		<title>As Edições Comentadas</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 01:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[As edições comentadas tendem a afastar o leitor ansioso em “mergulhar” na leitura sem interrupções – notas de rodapé, idas e vindas que rompem o fluxo narrativo. Por outro lado, essa espécie de leitura em janelas, precursora, de certo modo, dos conteúdos digitais, abre uma possibilidade única de se valer da literatura como porta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As edições comentadas tendem a afastar o leitor ansioso em “mergulhar” na leitura sem interrupções – notas de rodapé, idas e vindas que rompem o fluxo narrativo. Por outro lado, essa espécie de leitura em janelas, precursora, de certo modo, dos conteúdos digitais, abre uma possibilidade única de se valer da literatura como porta de entrada para estudos cruzados com outras ciências. De amplificar um determinado tema ou período histórico a partir da exploração de um autor ou personagem.</p>
<p><strong>As edições comentadas II</strong></p>
<p>É difícil imaginar um modo mais prazeroso de entender a Inglaterra vitoriana, do que ler as obras de Henry James, notadamente a chamada edição de Nova Iorque, com os famosos prefácios do autor. Assim como o estudo da obra de Shakespeare dá a ver um mapa de imbricações que nos ajudam a pensar sua época. Ou, retornando ainda mais no tempo, ler Homero e seus comentadores, aumenta o alcance de nossa compreensão sobre o mundo helênico.</p>
<p><strong>As edições comentadas III</strong></p>
<p>Essas questões retornam com a leitura da ótima edição de “Um estudo em vermelho”, de Conan Doyle, com notas do especialista Leslie S. Klinger. A obra faz parte dos volumes ilustrados e comentados das histórias protagonizados por Sherlock Holmes, lançados no país pela Jorge Zahar, a partir de meados da década passada. Para quem não está familiarizado com a obra de Doyle, “Um estudo em vermelho” trata do encontro de Holmes e Watson. Ou seja, é obra essencial, gênese dessa parceria que iria modificar as histórias policialescas.</p>
<p><strong>As edições comentadas IV</strong></p>
<p>Não bastasse o imediato interesse do volume, “Um estudo em vermelho” tem em suas notas ótimos links de leitura. Pode-se pensar, por exemplo, nas Guerras do Império Britânico, no final do século XIX. Watson, antes de conhecer Holmes, foi ferido no Afeganistão (que era disputado pela Coroa inglesa e pelo Império Russo). Ou informações mais prosaicas como o surgimento da Scotland Yard, a criação da Universidade de Londres, ou a origem da maçonaria.</p>
<p><strong>As edições comentadas V</strong></p>
<p>Há ainda, no caso das histórias comentadas de Holmes, a abertura para a construção de uma genealogia do personagem. O que implica em estruturar as biografias de personagens secundários. Mover os passos dos protagonistas pela cidade – no caso de Londres, algo que pode ser feito pelo leitor, “in loco”, ainda nos dias de hoje. Além, de descobrir as incongruências de uma obra escrita ao longo dos anos, que escaparam ao crivo do autor. O leitor torna-se assim um organizador daquelas narrativas. Que, em contrapartida, ajudam-no a entender de modo mais sistematizado temas e circunstâncias que compõem tais obras.</p>
<p><small><strong>José Godoy</strong> é escritor e editor. Mestre em teoria literária pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), colabora com diversos veículos, como a revista &#8220;Legado&#8221;, da qual é colunista, e os jornais &#8220;Valor Econômico&#8221; e &#8220;O Globo&#8221;. Desde 2006, apresenta o programa &#8220;Fim de Expediente&#8221;, junto com Dan Stulbach e Luiz Gustavo Medina. O blog do programa está no portal G1.</small></p>
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		<title>Língua Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 03:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[kledir]]></category>
		<category><![CDATA[língua brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[[...]O Brasil tem dessas coisas, é um país maravilhoso, com o português como língua oficial, mas cheio de dialetos diferentes. No Rio é “e aí merrmão! CB, sangue bom! Vai rolá umach paradach”. Até eu entender que merrmão era “meu irmão” levou um tempo. Em São Paulo eles botam um “i” a mais na frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[...]O Brasil tem dessas coisas, é um país maravilhoso, com o português como língua oficial, mas cheio de dialetos diferentes.</p>
<p>No Rio é “e aí merrmão! CB, sangue bom! Vai rolá umach paradach”. Até eu entender que merrmão era “meu irmão” levou um tempo. Em São Paulo eles botam um “i” a mais na frente do “n”: “ôrra meu! Tô por deintro, mas não tô inteindeindo”. E no interiorrr falam um erre todo enrolado: “a Ferrrnanda marrrcô a porrrteira”. Dá um nó na língua. A vantagem é que a pronúncia deles no inglês é ótima.</p>
<p>Em Mins, quer dizer em Minas, eles engolem letras e falam Belzonte, Nossenhora e qualquer objeto é chamado de trem. Lembrei daquela história do mineirinho na plataforma da estação. Quando ouviu um apito, falou apontando as malas: “Muié, pega os trem que o bicho tá vindo”.</p>
<p>No nordeste é tudo meu rei, bichinho, ó xente. Pai é painho, mãe é mainha, vó é vóinha. E pra você conseguir falar com o acento típico da região, é só cantar sempre a primeira sílaba de qualquer palavra numa nota mais aguda que as seguintes.</p>
<p>Mas o lugar mais curioso de todos é Florianópolis. Lagartixa eles chamam de crocodilinho de parede. Helicóptero é avião de rosca (que deve ser lido rôchca). Carne moída é boi ralado. Se você quiser um pastel de carne precisa pedir um envelope de boi ralado. Telefone público, o popular orelhão, é conhecido como poste de prosa e a ficha de telefone é pastilha de prosa. Ôvo eles chamam de semente de galinha e motel é lugar de instantinho. [...]</p>
<p><small>RAMIL, Kledir. <em>Tipo assim</em>. Porto Alegre: RBS<br />
Publicações, 2003. p. 75-76 (Fragmento).</small></p>
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		<title>Nota da Coelce &#8211; Apagão</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 13:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aqui no Ceará]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>

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		<description><![CDATA[Referente ao apagão da madrugada de hoje (4), a Coelce esclarece que foi ocasionado devido à perda de uma linha de transmissão da rede básica (Chesf), afetando a Usina Luiz Gonzaga e as geradoras de Sobradinho, Paulo Afonso e Xingó. Por conta disso, houve falta de energia em sete estados do Nordeste: Ceará, Rio Grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Referente ao apagão da madrugada de hoje (4), a Coelce esclarece que foi ocasionado devido à perda de uma linha de transmissão da rede básica (Chesf), afetando a Usina Luiz Gonzaga e as geradoras de Sobradinho, Paulo Afonso e Xingó.</p>
<p>Por conta disso, houve falta de energia em sete estados do Nordeste: Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. A ocorrência teve início às 23h21 de ontem (3) e foi completamente normalizada no Ceará à 01h35 de hoje (4).</p>
<p>O Ceará foi o primeiro estado do Nordeste a restabelecer o fornecimento de energia. Aos 10 minutos de hoje (4), a situação começou a ser regularizada, sendo a energia totalmente restabelecida em todo o estado à 01h35min.</p>
<p>Gerência de Comunicação Coelce<br />
gercom@coelce.com.br<br />
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		<title>Viver ou Juntar Dinheiro?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 12:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Diarinho]]></category>
		<category><![CDATA[dividas]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo, recebi por e-mail da minha Lindona. Foi encontrado na coluna do Max Gehringer &#8211; do jornal da CBN Brasil &#8211; enviado por um de seus ouvintes. Meu nome é Sergio e tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas me diziam para escutar os mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo, recebi por e-mail da <a href="http://twitpic.com/2pqz9o" target="_blank">minha Lindona</a>. Foi encontrado na coluna do Max Gehringer &#8211; do jornal da CBN Brasil &#8211; enviado por um de seus ouvintes.</p>
<div align="center"><a href="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cofrinho3.jpg"><img src="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cofrinho3.jpg" alt="" title="cofrinho3" width="506" height="338" class="aligncenter" /></a></div>
<blockquote><p>
Meu nome é Sergio e tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada.</p>
<p>Quando eu era jovem as pessoas me diziam para escutar os mais velhos que eram os mais sábios, agora, me dizem que tenho que escutar os jovens, porque eles são mais inteligentes.</p>
<p>Na semana passada, eu li na revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico, e eu aprendi muita coisa.</p>
<p>Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de ter tomado um cafezinho por dia nos últimos 40 anos, eu teria economizado R$30mil. Se eu tivesse deixado de ter comido uma pizza por mes, eu teria economizado R$12mil, e assim por diante.</p>
<p>Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas e descobri, para a minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário; bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei e principalmente não ter desperdiçado o meu dinheiro em itens supérfulos e descartáveis.</p>
<p>Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$500mil na conta bancária, é claro que eu não tenho esse dinheiro, mas se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer??? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfulos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos a vontade.</p>
<p>Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre: gastei meu dinheiro com prazer e por prazer.</p>
<p>E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz, caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida&#8230;</p></blockquote>
<p>Vale a pena pensar e desopilar.</p>
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		<title>Legislação de acesso a informação pública &#8211; Dia Mundial do Direito a Saber</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 16:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dados públicos]]></category>
		<category><![CDATA[opendata]]></category>

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		<description><![CDATA[Transparência Brasil divulgará amanhã lista de candidatos a senador que se comprometeram com projeto de lei de acesso a informação pública 91 candidatos receberam questionário a respeito de projeto de lei que tramita no Senado; Transparência Brasil informará também quais políticos não responderam à consulta. A Transparência Brasil apresentará nesta terça-feira (28), em evento na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Transparência Brasil divulgará amanhã lista de candidatos a senador que se comprometeram com projeto de lei de acesso a informação pública </strong></em><br />
<small><em>91 candidatos receberam questionário a respeito de projeto de lei que tramita no Senado; Transparência Brasil informará também quais políticos não responderam à consulta.</em></small></p>
<p>A Transparência Brasil apresentará nesta terça-feira (28), em evento na Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, o resultado da consulta realizada junto a candidatos a senador a respeito do posicionamento desses políticos em relação ao PLC 41/2010, projeto que regulamenta o acesso a dados públicos e que tramita a passos lentos no Senado.</p>
<p>Oitenta países já têm legislação específica de acesso a dados públicos. Nesse grupo, estão dezessete países das Américas, número que não inclui o Brasil.</p>
<p>Desde o final de agosto, a Transparência Brasil, com o apoio da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e da ONG Artigo 19, entrou em contacto com 91 candidatos ao Senado (optou-se por contatar aqueles candidatos que apresentavam ao menos 10% de intenções de voto) e lhes enviou as seguintes perguntas: </p>
<blockquote><p>1. Caso V. S. vença a eleição de outubro e o PLC 41/2010 necessite vossa apreciação, qual será a posição a ser tomada?<br />
2. V. S. tomará alguma providência no sentido de acelerar a tramitação do PL 41/2010?</p></blockquote>
<p>O projeto de lei em questão é resultado de discussão iniciada em 2005 pela Transparência Brasil no Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU). Em 2006, o então candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva transformou o projeto de lei de acesso à informação em promessa de governo.</p>
<p>Em maio de 2009, por iniciativa do Executivo federal e após pressões exercidas pela Transparência Brasil e outros atores junto à CGU e à Casa Civil, o projeto de lei regulamentando o acesso a informações públicas foi enviado ao Congresso. Aprovado na Câmara dos Deputados no primeiro semestre deste ano, o projeto tem tramitação arrastada no Senado Federal. </p>
<p>O evento organizado pela Transparência Brasil ocorrerá em parceria com o Centro de Administração Pública e Governo (CEAPG) da Fundação Getulio Vargas de São Paulo e marcará no Brasil o 8º Dia Mundial do Direito a Saber, data na qual se discute o direito individual de acessar informações detidas pelos governos: o direito a saber como agentes públicos eleitos estão exercendo poder e como o dinheiros dos contribuintes está sendo gasto.</p>
<p>Pessoas não vinculadas à FGV interessadas em assistir às apresentações devem escrever para tbrasil@transparencia.org.br e colocar no campo “assunto” a frase quero participar do evento &#8220;Legislação de acesso a informação pública”. As vagas são limitadas.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.scribd.com/doc/38229275/Transparencia-Brasil-divulgara-amanha-lista-de-candidatos-a-senador-que-se-comprometeram-com-projeto-de-lei-de-acesso-a-informacao-publica">Transparência Brasil</a></p>
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