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	<title>Mário Aragão - Desopilando &#187; Cultura</title>
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	<description>por Mário Aragão</description>
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		<title>Mente Inconsciente</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 12:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1880, Josef Breuer, médico vienense especializados em transtornos psiquiátricos, recebeu uma paciente a que se referiu apenas como Anna O., para manter a confidencialidade entre médico e paciente. Ela sofria do que na época se chamava &#8220;histeria&#8221;, um conjunto de transtornos psicossomáticos &#8211; em seu caso, na maior parte paralisia esporádica &#8211; e outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1880, Josef Breuer, médico vienense especializados em transtornos psiquiátricos, recebeu uma paciente a que se referiu apenas como Anna O., para manter a confidencialidade entre médico e paciente. Ela sofria do que na época se chamava &#8220;histeria&#8221;, um conjunto de transtornos psicossomáticos &#8211; em seu caso, na maior parte paralisia esporádica &#8211; e outros problemas emocionais. O tratamento de Breuer usava a hipnose e, ás vezes, apenas conversas. Sua idéia era que hipnotizar o paciente e deixá-lo falar sobre sentimentos e fantasias &#8211; falar livremente, sem nenhum tipo de censura &#8211; expunha um nível de pensamento e sentimento que a consciência normalmente não alcançava. Quando verbalizados, estes pensamentos, imagens e idéias &#8220;inconscientes&#8221; ficavam ao alcance da consciência e podiam ser discutidos. O processo desta discussão costumava melhorar o estado do paciente e às vezes aliava drasticamente os sintomas &#8220;histéricos&#8221; psicossomáticos.</p>
<p>Beurer conheceu um colega mais jovem, Sigmund Freud, que sistematizou a noção de inconsciente e criou a toria mental mais influente dos tempos modernos: a psicanálise.</p>
<p><small>Ciência a Jato, Alan Axelrod<small></p>
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		<title>X11 vnc no Ubuntu Linux &#8211; Login!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 17:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode muito bem pensar: &#8220;Porquê um post sobre vnc no Ubuntu se ele já vem com o vino vnc-server nativo(área de trabalho remota) no SO?&#8221;. O problema é que no programa nativo você só tem acesso remoto a área de trabalho se a máquina a qual vai se conectar estiver logada no SO. Tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode muito bem pensar: &#8220;Porquê um post sobre vnc no Ubuntu se ele já vem com o vino vnc-server nativo(área de trabalho remota) no SO?&#8221;. O problema é que no programa nativo você só tem acesso remoto a área de trabalho se a máquina a qual vai se conectar estiver logada no SO. Tudo bem que pode-se usar ssh, mas se não é o que deseja e precisa acessar a interface gráfica sem problemas, com essa dica você vai poder logar de qualquer SO na máquina Ubuntu em questão.</p>
<p>Para instalar o x11vnc:</p>
<pre class="brush: php; title: ; notranslate">sudo apt-get install x11vnc</pre>
<p>Aproveita e já cria um arquivo com senha:</p>
<pre class="brush: php; title: ; notranslate">sudo x11vnc -storepasswd  senha /etc/x11vnc.pass</pre>
<p>Agora configura o gdm para executar x11vnc na hora do login:</p>
<pre class="brush: php; title: ; notranslate">sudo gedit /etc/gdm/Init/Default</pre>
<p>Adiciona esta linha (ates do exit 0 ):</p>
<pre class="brush: php; title: ; notranslate">/usr/bin/x11vnc -rfbauth /etc/x11vnc.pass -o /tmp/x11vnc.log -forever -bg -rfbport 5900</pre>
<p>Note que no parâmetro acima você pode alterar a porta se desejar, entre outras coisas.</p>
<p>Ao reiniciar a máquina, agora vai poder logar remotamente no SO, porém após logar o x11vnc será fechado, se quiser que ele faça o login e contibue aberto.<br />
Vá até o arquivo:</p>
<pre class="brush: php; title: ; notranslate">sudo gedit /etc/gdm/gdm.conf</pre>
<p>Mude a linha:</p>
<pre class="brush: php; title: ; notranslate">#KillInitClients=true</pre>
<p>Para:</p>
<pre class="brush: php; title: ; notranslate">KillInitClients=false</pre>
<p>Feito. No meu caso <strong>preferi não fazer essa última alteração</strong>, então após logar você pode usar o vino vnc nativo(área de trabalho remota) do Ubuntu, ficando assim com duas senhas para o acesso remoto ;)</p>
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		<title>O saudável hábito da panelada</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 14:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aqui no Ceará]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[panelada]]></category>

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		<description><![CDATA[Os exames tinham caducado, foram feitos em 2008: testosterona, FSH e LH (pra saber como está a saúde dos testículos), PSA (pra detecção de câncer de próstata), glicemia, dosagem de colesterol e triglicerídeos. Assim mesmo, seu Raimundo mostrou os resultados ao médico. Que após tudo ler fez-se preocupado. Mediu a pressão (26 por 18) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os exames tinham caducado, foram feitos em 2008: testosterona, FSH e LH (pra saber como está a saúde dos testículos), PSA (pra detecção de câncer de próstata), glicemia, dosagem de colesterol e triglicerídeos.</p>
<p>Assim mesmo, seu Raimundo mostrou os resultados ao médico. Que após tudo ler fez-se preocupado. Mediu a pressão (26 por 18) e deu pausa. Olhando nos olhos do paciente, constatou: eis fortíssimo candidato a um AVC. Desmedida era a ingestão de vodka com picanha e linguiça.</p>
<p>- Ou o senhor para já com essa loucura ou marquemos a Missa de 7º Dia.</p>
<p>O médico “ordenou” a seu Raimundo balancear a dieta, praticar esporte regularmente. Mais adiante fizesse novos exames e voltasse. Paciente fala que cumprirá tudo à risca. Voltou. Mas, ao contrário, passou a traçar panelada no café da manhã com cerveja. Fez exame coisíssima nenhuma!</p>
<p><a href="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/04/PANELADA.jpg"><img src="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/04/PANELADA.jpg" alt="" title="PANELADA" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1242" /></a></p>
<p>Indagado do médico sobre como se sentia agora, o novo estado de saúde após o sacrifício de largar as gordurosas iguarias e o merol, seu Raimundo falou que se sentia um menino. O médico, só no olhômetro&#8230;</p>
<p>- Realmente, seu Raimundo, o senhor tá outro homem! Nada como a prática de hábitos alimentares saudáveis!</p>
<p><small>Da coluna AOS VIVOS de Tarcísio Matos no O Povo.<br />
Vale a pena conferir a saga do <a href="http://www.opovo.com.br/app/colunas/aosvivos/2011/03/26/noticiaaosvivos,2117833/primeiro-cearense-contaminado-pela-radiatividade-japonesa.shtml">Primeiro cearense contaminado pela radiatividade japonesa</small></p>
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		<title>Dados abertos (open data)</title>
		<link>http://marioaragao.com.br/dados-abertos-open-data/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 18:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o W3C, dados governamentais abertos são a “disponibilização de informações governamentais representadas em formato aberto e acessível de tal modo que possam ser reutilizadas, misturadas com informações de outras fontes, gerando novos significados”. Desta forma, os dados governamentais abertos não são apenas a publicação na Web de informações ou tabelas de dados legíveis apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o <a href="http://www.w3.org" target="_blank">W3</a>C, dados governamentais abertos são a <em>“disponibilização de informações governamentais representadas em formato aberto e acessível de tal modo que possam ser reutilizadas, misturadas com informações de outras fontes, gerando novos significados”</em>.</p>
<p>Desta forma, os dados governamentais abertos não são apenas a publicação na Web de informações ou tabelas de dados legíveis apenas por pessoas, mas sim a publicação de informações do setor público, disponibilizadas em formato bruto e aberto, compreensíveis logicamente, de modo a permitir sua reutilização em aplicações digitais desenvolvidas pelo governo, pela sociedade ou qualquer outro interessado no desenvolvimento desse tipo de aplicação.</p>
<blockquote><p>Dados governamentais abertos promovem o aumento do discurso civil, a melhoria do bem-estar público e o uso mais eficiente dos recursos públicos. No entanto, a abertura dos dados não acontece por si só. Há várias questões tecnológicas, culturais e legais que precisam ser analisadas para que se possa colher os benefícios dessa abertura. </p></blockquote>
<p><a href="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/04/opendata.png"><img src="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/04/opendata.png" alt="" title="opendata" width="610" height="465" class="aligncenter size-full wp-image-1234" /></a></p>
<p>O especialista em políticas públicas, David Eaves, criou 3 leis para dados governamentais:</p>
<p><strong>1.</strong> Se o dado não pode ser encontrado e indexado na Web, ele não existe;</p>
<p><strong>2.</strong> Se não estiver aberto e disponível em formato compreensível por máquina, ele não pode ser reaproveitado; e</p>
<p><strong>3. </strong>Se algum dispositivo legal não permitir sua replicação, ele não é útil.</p>
<p>Dados governamentais geralmente são disponibilizados on-line normalmente por 3 motivos:</p>
<p>• Aumentar a consciência cidadã das funções de governo para permitir maior responsabilidade;<br />
• Contribuir com informações valiosas sobre o mundo; e<br />
• Permitir que o governo, o país e o mundo funcionem com mais eficiência.</p>
<p>Para satisfazer melhor cada um destes objetivos, uma das melhores opções é a utilização de técnicas de linked data. Em geral, os linked data são:</p>
<p>- <strong>Abertos:</strong> pode-se acessar Linked Data através de uma variedade ilimitada de aplicações e aplicativos, pois ela é expressa em formatos abertos, não-proprietários.</p>
<p>- <strong>Modulares:</strong> os Linked Data podem ser combinados (agregados) com quaisquer outros linked. Nenhum planejamento antecipado é necessário para integrar essas fontes de dados, já que ambas utilizam os padrões de Linked Data.</p>
<p>- <strong>Escaláveis:</strong> É fácil adicionar mais Linked Data aos já existentes, mesmo quando os termos e definições utilizadas mudem ao longo do tempo.</p>
<p>Vagner Diniz, gerente do W3C Escritório Brasil, defende que os órgãos interessados em publicar dados governamentais abertos precisam seguir três passos básicos:</p>
<p>• Selecionar quais dados serão disponibilizados e identificar quem os controla;<br />
• Representar esses dados de uma maneira que as pessoas possam reutilizá-los; e<br />
• Publicar os dados e divulgar.</p>
<p>O <a href="http://www.opengovdata.org ">OpenDataGov.org</a>, estabelecido na Califórnia (EUA) em 2007, desenvolveu 8 princípios que devem ser respeitados para que  dados governamentais que forem disponibilizados publicamente sejam considerados abertos:</p>
<p><strong>1. Completos:</strong> Todos os dados públicos estão disponíveis. Dado público é o dado que não está sujeito a limitações válidas de privacidade, segurança ou controle de acesso.</p>
<p><strong>2. Primários:</strong> Os dados são apresentados tais como os coletados na fonte, com o maior nível de granularidade e sem agregação ou modificação.</p>
<p><strong>3. Atuais:</strong> Os dados são disponibilizados tão rapidamente quanto necessário.</p>
<p><strong>4. Acessíveis:</strong> Os dados são disponibilizados para o maior alcance possível de usuários e para o maior conjunto possível de finalidades.</p>
<p><strong>5. Compreensíveis por máquinas:</strong> Os dados são razoavelmente estruturados de modo a possibilidar processamento automatizado.</p>
<p><strong>6. Não discriminatórios:</strong> Os dados são disponíveis para todos, sem nenhuma exigência.</p>
<p><strong>7. Não proprietários:</strong> Os dados são disponíveis em formato sobre o qual nenhuma entidade detenha controle exclusivo.</p>
<p><strong>8. Livres de licenças:</strong> Os dados não estão sujeitos a nenhuma restrição de direito autoral, patente, propriedade intelectual ou segredo industrial. Restrições sensatas relacionadas à privacidade, segurança e privilégios de acesso devem ser permitidas.</p>
<p><small><strong>Para saber mais</strong><br />
- BERNERS-LEE, Tim. Linked Data  [S.l.: s.n], 2006. Disponível em: <a href="http://www.w3.org/DesignIssues/LinkedData.html">http://www.w3.org/DesignIssues/LinkedData.html</a><br />
- BERNERS-LEE, Tim. Putting Government Data online [S.l.: s.n], 2006. Disponível em: <a href="http://www.w3.org/DesignIssues/GovData.html">http://www.w3.org/DesignIssues/GovData.html</a><br />
- COMITÊ GESTOR DE INTERNET NO BRASIL. Dados governamentais abertos. 2009. Apresentação no Seminário “Acesso à informação, serviços eletrônicos e cidadania”. Disponível em: <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/anexos/apresentacao-w3c">http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/anexos/apresentacao-w3c</a><br />
- EAVES, David. The three laws of open government data. 2009. Disponível em: <a href="http://eaves.ca/2009/09/30/three-law-of-open-government-data/">http://eaves.ca/2009/09/30/three-law-of-open-government-data/</a><br />
- OPEN government data definition: the 8 principles of open government data. [S.l.: s.n], 2007. Disponível em: <a href="http://www.opengovdata.org ">http://www.opengovdata.org </a></small></p>
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		<title>12ª edição do FISL abre submissão de palestras</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 17:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Fórum Internacional de software Livre (FISL), que chega à sua 12ª edição, está com a chamada para a submissão de palestras aberta, até o dia 30 de abril. As propostas de palestras devem se enquadrar em uma das trilhas disponíveis nos cinco tópicos principais do evento, que são: Desenvolvimento: PHP e Java; Python, Ruby, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Fórum Internacional de software Livre (FISL), que chega à sua <a href="http://softwarelivre.org/fisl12">12ª edição</a>, está com a chamada para a submissão de palestras aberta, até o dia 30 de abril. As propostas de palestras devem se enquadrar em uma das trilhas disponíveis nos cinco tópicos principais do evento, que são:</p>
<p><strong>Desenvolvimento:</strong> PHP e Java; Python, Ruby, Perl; Outras Linguagens; Ferramentas, Metodologias e Padrões; Visual/GUI; Gerência de Conteúdo</p>
<p><strong>Admin:</strong> Segurança; Administração de Sistemas e VoIP; Hardware, Sistemas Embarcados e Robótica1; Kernel, Sistemas de Arquivos e Sistemas Operacionais; Gerenciamento de Dados</p>
<p><strong>Desktop:</strong> Desktop e Distribuições; Jogos, Multimídia e Streaming</p>
<p><strong>Ecossistema:</strong> Negócios, Implementações e Casos; Ecossistema e Cultura; Educação e Inclusão Digital</p>
<p><strong>Emergentes:</strong> Tópicos Emergentes</p>
<p><img src="http://softwarelivre.org/articles/0030/8031/Banner_web-07.jpg" alt="FISL 12" /></p>
<p>O FISL, que atualmente é a maior conferência de software livre da América Latina, vai ocorrer entre os dias 29 de junho e 2 de julho no centro de eventos da PUC em Porto Alegre. Desde a sua primeira edição em 2000, o evento é composto de palestras e mini-eventos comunitários, que podem ser livremente organizados por qualquer grupo de usuários. O <a href="http://softwarelivre.org/fisl12" target="_blank">FISL</a> atrai um público cheio de ideias, novidades e motivação, o que faz com que cada ano o evento seja um pouco maior e um pouco melhor.</p>
<p>A seleção das palestras será realizada da mesma forma que no ano anterior, por votação de todos os inscritos utilizando o sistema de torneio suíço. Segundo esse sistema, depois da submissão de palestras encerrada, começa a votação; todos os cadastrados no sistema podem votar e cada um tem direito a 5 votos. Cada voto é feito escolhendo-se entre duas palestras apresentadas pelo sistema. Você diz qual das duas prefere ver no FISL. Cada voto para uma palestra conta um ponto, e as palestras com maior pontuação são as escolhidas.</p>
<p>Além das palestras da comunidade, já foram convidados e confirmaram presença como palestrantes Jon &#8220;Maddog&#8221; Hall, Simon Phipps, Jeremy Allison, Tony Wasserman e Randal L. Schwartz (&#8220;merlyn&#8221;).</p>
<p>Para enviar a sua proposta de palestra, acesse a página do <a href="https://fisl.org.br/12/papers_ng/public/welcome" target="_blank">Papers-NG</a>, o sistema de envio de propostas do FISL.</p>
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		<title>Plante sua árvore</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 13:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diarinho]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[planeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Ter um filho, escrever um livro e plantar uma árvore. Dizem ser a receita para uma vida completa, mas como plantar nossa árvore? Desde que nasci, escuto falar que a amazônia é o pulmão do mundo, que as florestas precisam ser respeitadas, que da preservação ambiental natural depende o futuro da maioria dos seres desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.google.com.br/search?q=ter+um+filho+escrever+um+livro+e+plantar+uma+%C3%A1rvore&#038;ie=utf-8&#038;oe=utf-8&#038;aq=t&#038;rls=org.mozilla:pt-BR:official&#038;client=firefox-a" target="_blank">Ter um filho, escrever um livro e plantar uma árvore</a>. Dizem ser a receita para uma vida completa, mas como plantar nossa árvore?</p>
<p>Desde que nasci, escuto falar que a amazônia é o pulmão do mundo, que as florestas precisam ser respeitadas, que da preservação ambiental natural depende o futuro da maioria dos seres desse planeta e mais uma porção de enuciados ecológicos. Porém, também da natureza é de onde o homem extrai e retém as riquezas que movem a economia mundial. O grande dilema das últimas décadas é: Como fazer <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_sustent%C3%A1vel" target="_blank">desenvolvimento sustentável</a>?</p>
<p>Sempre digo que apostar e consumir das empresas que praticam sustentabilidade ambiental ou autosustentabilidade já é um grande passo. Empresas que fazem reflorestamento, que dão tempo à natureza de recompor seus recursos renováveis, que incentivam e exercitam a preservação das árvores devem servir de exemplo as demais, estimular esse consumo eficiente é plantar nossa árvore. </p>
<p>Devemos atentar ainda que não só as florestas devem conter nossas árvores, existe um índice de desmatamento nas grandes cidades tão alarmante quanto o das florestas, em Fortaleza, por exemplo, <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=957493" target="_blank">perdemos 90% de cobertura vegetal em 35 anos</a>. É absurdo. Reinvindicar novas leis de preservação, uso e ocupação do solo também é plantar árvores.</p>
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		<title>As Edições Comentadas</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 01:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[As edições comentadas tendem a afastar o leitor ansioso em “mergulhar” na leitura sem interrupções – notas de rodapé, idas e vindas que rompem o fluxo narrativo. Por outro lado, essa espécie de leitura em janelas, precursora, de certo modo, dos conteúdos digitais, abre uma possibilidade única de se valer da literatura como porta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As edições comentadas tendem a afastar o leitor ansioso em “mergulhar” na leitura sem interrupções – notas de rodapé, idas e vindas que rompem o fluxo narrativo. Por outro lado, essa espécie de leitura em janelas, precursora, de certo modo, dos conteúdos digitais, abre uma possibilidade única de se valer da literatura como porta de entrada para estudos cruzados com outras ciências. De amplificar um determinado tema ou período histórico a partir da exploração de um autor ou personagem.</p>
<p><strong>As edições comentadas II</strong></p>
<p>É difícil imaginar um modo mais prazeroso de entender a Inglaterra vitoriana, do que ler as obras de Henry James, notadamente a chamada edição de Nova Iorque, com os famosos prefácios do autor. Assim como o estudo da obra de Shakespeare dá a ver um mapa de imbricações que nos ajudam a pensar sua época. Ou, retornando ainda mais no tempo, ler Homero e seus comentadores, aumenta o alcance de nossa compreensão sobre o mundo helênico.</p>
<p><strong>As edições comentadas III</strong></p>
<p>Essas questões retornam com a leitura da ótima edição de “Um estudo em vermelho”, de Conan Doyle, com notas do especialista Leslie S. Klinger. A obra faz parte dos volumes ilustrados e comentados das histórias protagonizados por Sherlock Holmes, lançados no país pela Jorge Zahar, a partir de meados da década passada. Para quem não está familiarizado com a obra de Doyle, “Um estudo em vermelho” trata do encontro de Holmes e Watson. Ou seja, é obra essencial, gênese dessa parceria que iria modificar as histórias policialescas.</p>
<p><strong>As edições comentadas IV</strong></p>
<p>Não bastasse o imediato interesse do volume, “Um estudo em vermelho” tem em suas notas ótimos links de leitura. Pode-se pensar, por exemplo, nas Guerras do Império Britânico, no final do século XIX. Watson, antes de conhecer Holmes, foi ferido no Afeganistão (que era disputado pela Coroa inglesa e pelo Império Russo). Ou informações mais prosaicas como o surgimento da Scotland Yard, a criação da Universidade de Londres, ou a origem da maçonaria.</p>
<p><strong>As edições comentadas V</strong></p>
<p>Há ainda, no caso das histórias comentadas de Holmes, a abertura para a construção de uma genealogia do personagem. O que implica em estruturar as biografias de personagens secundários. Mover os passos dos protagonistas pela cidade – no caso de Londres, algo que pode ser feito pelo leitor, “in loco”, ainda nos dias de hoje. Além, de descobrir as incongruências de uma obra escrita ao longo dos anos, que escaparam ao crivo do autor. O leitor torna-se assim um organizador daquelas narrativas. Que, em contrapartida, ajudam-no a entender de modo mais sistematizado temas e circunstâncias que compõem tais obras.</p>
<p><small><strong>José Godoy</strong> é escritor e editor. Mestre em teoria literária pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), colabora com diversos veículos, como a revista &#8220;Legado&#8221;, da qual é colunista, e os jornais &#8220;Valor Econômico&#8221; e &#8220;O Globo&#8221;. Desde 2006, apresenta o programa &#8220;Fim de Expediente&#8221;, junto com Dan Stulbach e Luiz Gustavo Medina. O blog do programa está no portal G1.</small></p>
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		<title>Língua Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 03:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[[...]O Brasil tem dessas coisas, é um país maravilhoso, com o português como língua oficial, mas cheio de dialetos diferentes. No Rio é “e aí merrmão! CB, sangue bom! Vai rolá umach paradach”. Até eu entender que merrmão era “meu irmão” levou um tempo. Em São Paulo eles botam um “i” a mais na frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[...]O Brasil tem dessas coisas, é um país maravilhoso, com o português como língua oficial, mas cheio de dialetos diferentes.</p>
<p>No Rio é “e aí merrmão! CB, sangue bom! Vai rolá umach paradach”. Até eu entender que merrmão era “meu irmão” levou um tempo. Em São Paulo eles botam um “i” a mais na frente do “n”: “ôrra meu! Tô por deintro, mas não tô inteindeindo”. E no interiorrr falam um erre todo enrolado: “a Ferrrnanda marrrcô a porrrteira”. Dá um nó na língua. A vantagem é que a pronúncia deles no inglês é ótima.</p>
<p>Em Mins, quer dizer em Minas, eles engolem letras e falam Belzonte, Nossenhora e qualquer objeto é chamado de trem. Lembrei daquela história do mineirinho na plataforma da estação. Quando ouviu um apito, falou apontando as malas: “Muié, pega os trem que o bicho tá vindo”.</p>
<p>No nordeste é tudo meu rei, bichinho, ó xente. Pai é painho, mãe é mainha, vó é vóinha. E pra você conseguir falar com o acento típico da região, é só cantar sempre a primeira sílaba de qualquer palavra numa nota mais aguda que as seguintes.</p>
<p>Mas o lugar mais curioso de todos é Florianópolis. Lagartixa eles chamam de crocodilinho de parede. Helicóptero é avião de rosca (que deve ser lido rôchca). Carne moída é boi ralado. Se você quiser um pastel de carne precisa pedir um envelope de boi ralado. Telefone público, o popular orelhão, é conhecido como poste de prosa e a ficha de telefone é pastilha de prosa. Ôvo eles chamam de semente de galinha e motel é lugar de instantinho. [...]</p>
<p><small>RAMIL, Kledir. <em>Tipo assim</em>. Porto Alegre: RBS<br />
Publicações, 2003. p. 75-76 (Fragmento).</small></p>
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		<title>CONSEGI 2011 já tem data definida</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Feb 2011 15:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O IV Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (CONSEGI 2011) será realizado de 11 a 13 de maio de 2011, na ESAF – Brasília. O tema central deste ano será &#8220;Dados abertos de governo para o fortalecimento da democracia&#8221;, além de outros temas de interesse já tradicionalmente tratados no evento (veja Trilhas &#8211; abaixo). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O IV Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (CONSEGI 2011) será realizado de 11 a 13 de maio de 2011, na ESAF – Brasília. O tema central deste ano será &#8220;Dados abertos de governo para o fortalecimento da democracia&#8221;, além de outros temas de interesse já tradicionalmente tratados no evento (veja Trilhas &#8211; abaixo).</p>
<p><a href="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/02/logo-Consegi2011.png"><img src="http://marioaragao.com.br/wp-content/uploads/2011/02/logo-Consegi2011.png" alt="" title="logo-Consegi2011" width="447" height="156" class="aligncenter size-full wp-image-1196" /></a></p>
<p>INSCRIÇÕES: início em 21/02/2011.</p>
<p> Trilhas Consegi 2011</p>
<p>1. Dados Abertos, e-Democracia e Gestão de Conhecimento Governamental</p>
<p>Nesta trilha serão incluídos trabalhos sobre dados abertos, linked data, web semântica, e-democracia, e-participação, transparência governamental, mineração com dados públicos, gestão do conhecimento, inteligencia de governo, etc.</p>
<p>2. Infraestrutura de Serviços de TIC</p>
<p>Nesta trilha serão incluídos trabalhos sobre software livre para infra-estrutura de TIC, PNBL, computação em nuvem, virtualização, segurança, sistemas operacionais, sistemas gerenciadores de bancos de dados, tecnologias de suporte a rede de computadores, softwares para monitoração e gerenciamento de recursos, etc.</p>
<p>3. Governança, Gestão e Estratégia de TIC</p>
<p>Nesta trilha estarão trabalhos sobre estratégia, governança e gestão de TIC, processos, portfólio de serviços, ciclo de vida de tecnologia, monitoração de serviços,  segurança, etc.</p>
<p>4. Ecossistema do Software Livre: Comunidades e Colaboração</p>
<p>Nesta trilha serão apresentados trabalhos sobre a ambiente de software livre, como licenciamento de software, governança de comunidades de software livre, modelos de colaboração em rede, experiências de colaboração em comunidades, etc.</p>
<p>5. Sistemas e Aplicações livres: Desenvolvimento e Uso</p>
<p>Neste a trilha estarão trabalhos sobre Sistemas e Aplicações desenvolvidas com software livre para suporte às operações de Governo Eletrônico; desenvolvimento e uso de ferramentas livres, banco de dados, servidores de aplicação; reuso, frameworks, componentização, etc.</p>
<p>6. Multimídia, Mobilidade e Meios Convergentes</p>
<p>Nesta trilha serão incluídos trabalhos sobre dispositivos e soluções moveis,  convergência digital, multimídia, TV digital, geoprocessamento, hardware com tecnologia aberta, sistemas embarcados em software livre, etc.</p>
<p>7. Padrões, Interoperabilidade e Políticas de desenvolvimento tecnológico</p>
<p>Nesta trilha serão incluídos trabalhos sobre padrões abertos, arquitetura para interoperabilidade de Governo, e-PING, eMAG, desenvolvimento tecnológico e industrial através do estimulo ao uso e desenvolvimento de tecnologias abertas e software livre, etc.</p>
<p>8. Desenvolvimento Social, Educação e Inclusão Digital</p>
<p>Nesta trilha serão incluídos trabalhos sobre desenvolvimento social, responsabilidade social, inclusão digital, PNBL, cidades digitais, educação, capacitação e treinamento em software livre e tecnologias abertas, com apresentação de desafios, casos de sucesso, metodologias utilizadas, ferramentas de apoio, etc.</p>
<p>Informações sobre o edições anteriores do evento em: <a href="http://www.consegi.gov.br/consegi-1/historico" target="_blank">http://www.consegi.gov.br/consegi-1/historico</a></p>
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		<title>Casamento Civil</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 15:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Aragão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[casamento civil]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

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		<description><![CDATA[No intuíto de divulgar aos amigos e informar aos que vi por aqui ou por ali discorrendo sem nexo sobre: &#8220;Caso candidato fulano ganhar, casamento de gays vai ser obrigado na igreja&#8221;. Com ajuda do texto do Paulo Simas, seguem as informações. Casamento civil não é uma &#8220;questão religiosa&#8221;. Não importa se é homossexual, bissexual, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No intuíto de divulgar aos amigos e informar aos que vi por aqui ou por ali discorrendo sem nexo sobre: <em>&#8220;Caso candidato fulano ganhar, casamento de gays vai ser obrigado na igreja&#8221;</em>. Com ajuda do <a href="http://politicando.blog.br/?p=814">texto do Paulo Simas</a>, seguem as informações.</p>
<p>Casamento civil não é uma &#8220;questão religiosa&#8221;. Não importa se é homossexual, bissexual, panssexual ou heterossexual. Está no parágrafo primeiro do artigo 226 da Constituição Federal: &#8220;O casamento é civil e gratuita a celebração&#8221;. Se é civil não pode ser religioso, oras.</p>
<p>Civil é o &#8220;que não é militar nem eclesiástico ou religioso&#8221;, já ensina o Dicionário.</p>
<p>Enquanto um é um ritual feito num templo por um sacerdote, o outro é um procedimento jurídico conduzido num cartório por um juiz de paz. Coisas bem diferentes, não?</p>
<p>É certo que o casamento civil originou-se do religioso, e talvez daí decorra a confusão que a maioria das pessoas faz. Mas a partir do momento em que virou lei, que entrou na esfera do Estado, deixou de ter qualquer relação com religiões. É assim que funciona num Estado laico, como o brasileiro. Aliás, é exatamente por essa razão que o casamento civil foi criado: para acabar com a exclusividade religiosa sobre as uniões amorosas, fortalecendo o papel do Estado que nada tem a ver com o da Igreja.</p>
<p>No entanto, muitos presidenciáveis e sacanas insistem em tratar o assunto como algo sagrado, místico, numa tentativa clara de agradar às lideranças cristãs.</p>
<p>E por último, pessoas com um mínimo de instrução ou discernimento, saberão que alguém só casará na SUA igreja e na SUA religião se participar da mesma. Um casal só vai querer casar em determinada religião, se ele já frenquenta suas igrejas, acredita e respeita seus dogmas e é apoiado pelos demais fieis/irmãos.</p>
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