Universidade Federal do Ceará (UFC)
INSCRIÇÕES NO MESTRADO E DOUTORADO: 01/10 A 15/12 de 2008
O Programa de Pós-graduação (mestrado acadêmico e doutorado) em Ciência da Computação é fruto da iniciativa de um grupo de pesquisadores reunidos em torno da criação de um programa de pós-graduação que refletisse em sua filosofia as características de criatividade, excelência e inovação do grupo.
Desde 1995, o MDCC-UFC vem contribuindo ativamente na formação de recursos humanos altamente especializados nas áreas de teoria da computação, sistemas de informação e matemática computacional.
O Mestrado e Doutorado em CC da UFC obteve a nota 4 na mais recente avaliação da CAPES e oferece bolsas de estudo das agências CAPES, CNPq e FUNCAP. As linhas de pesquisa do Mestrado e Doutorado são:
1. Teoria da Computação (incluindo algoritmos, paralelismo, lógica, inteligência artificial, otimização combinatória e teoria dos grafos)
2. Sistemas de Informação (incluindo banco de dados geográficos, banco de dados distribuídos, integração de bancos de dados na web, computação móvel, gerência e segurança em redes, especificação formal de protocolos e padrões de software)
3. Matemática Computacional (incluindo computação gráfica, realidade virtual, animação, modelagem e simulação computacional em problemas de engenharia e computação de alto desempenho)
Para maiores informações sobre o Mestrado e o Doutorado, contactar:
Coordenação da Pós-graduação em Ciência da Computação
Departamento de Computação – Centro de Ciências
Universidade Federal do Ceará
Bloco 910 – Campus do Pici – 60.455-760 – Fortaleza, CE – BRASIL
Telefones: (85) 3366-9847 / ramal 216
emails: mdcc at lia.ufc.br, orley at lia.ufc.br
homepage: http://www.mdcc.ufc.br
Minha colega e amiga Fátima chegou aqui com uma revista na mão, mostrando uma matéria sobre o médico e empresário mineiro Pereira Filho que deixou herança bilionária para uma penca de filhos, mulher e amantes. Bom fuçador dei googlada para ver a cara desse Cabra Véi:

A história da partilha da herança de um bilionário que teve filhos com mais de 26 mulheres, além da esposa oficial, está prestes a ganhar contornos ainda mais folhetinescos. Em 1996, o espólio do médico mineiro Antônio Luciano Pereira Filho, no valor estimado de US$ 3 bilhões, foi dividido por seus três filhos legítimos e mais 28 extra-oficiais.
No mês passado, o juiz da Primeira Vara de Sucessões de Belo Horizonte, Júlio César Lorens, determinou que a herança fosse devolvida, para que mais 20 pessoas em processo de comprovação de filiação pudessem ser incluídas. “Todo descendente deve receber o mesmo que os outros. Enquanto o processo estiver em andamento, quem se apresentar e estiver munido de documentos e provas deve ser contemplado”, afirma Lorens.
Antes de morrer, em 1990, Pereira Filho sabia que eram enormes as chances de surgirem novos herdeiros. O advogado Luis Cláudio da Silva Chaves, que acompanhou o início do caso, lembra que o bilionário deixou material biológico para testes de paternidade. No inventário, com 98 volumes e 50 mil páginas, já estavam habilitados 31 filhos, de pelo menos 26 mães diferentes. O médico era também usineiro, criador de cavalos, dono de dezenas de fazendas e de praticamente todos os cinemas de Belo Horizonte.
Sua história chamou a atenção da população mineira, menos pelos valores envolvidos e mais pelo impressionante currículo amoroso. A ponto de ele se tornar personagem da minissérie global Hilda Furacão (1999), que se passava em Minas Gerais. Um dos homens mais ricos do Estado, ele tinha especial predileção por jovens virgens. Mantinha, inclusive, um diário que contabilizava mais de duas mil mulheres – muitas delas geraram filhos, que hoje reivindicam seus direitos.
Hoje, os três herdeiros do casamento oficial de Pereira Filho com Clara Catta Preta Pereira, têm seus negócios administrados por procuradores. “O comportamento deles durante a distribuição da herança foi exemplar”, defende Paulo Eduardo Almeida de Mello, advogado dos “oficiais”. Para Mello, eles “abriram mão de muitas coisas” para contemplar seus meio-irmãos.
Como as decisões tomadas desde a morte de Pereira Filho foram anuladas, ninguém arrisca um prazo para a solução do imbróglio. Há nove recursos contra a ordem do juiz, tornada pública no dia 31 de outubro. Estima-se que os três filhos de Clara tenham recebido US$ 500 milhões, enquanto os outros 28, US$ 20 milhões. No acordo dos anos 90, estavam previstas também oito cotas no mesmo montante para eventuais pessoas que as reclamassem. “O valor é bem inferior a esse. Tem futuro herdeiro que quer aumentar os ganhos inflando a herança”, afirma Mello. Independentemente do total, todos os filhos de Pereira devem receber partes iguais. “E, se com o tempo surgirem mais descendentes, a divisão original perde validade e o bolo terá de ser dividido novamente”, afirma Bernardo Garcia, advogado especializado em direito de família. Pelo menos 100 exames já foram feitos com o material genético deixado por Pereira Filho.
Fonte: Dois em Cena
Todo mundo sabe que Adilson “Maguila” Rodrigues sempre foi folclórico. Simples e com um estilo próprio, ele cativou o público brasileiro a ponto de fazer muitos sonharem com uma possível luta contra Mike Tyson, ao fim dos anos 80. Em janeiro do ano passado, Maguila foi entrevistado por uma rede de televisão para contar, entre outras coisas, sobre um recente acidente que havia levado a amputação de um dedo da sua mão.
- E aí, Maguila, como foi o acidente?
- A máquina de cortar grama enguiçou e fui ver o que tava acontecendo. Só que não desliguei… Foi aí que ela voltou a funcionar e arrancou parte do meu dedo…
- Nossa! Deve ter doído muito!
- É… Peguei, enrolei com uma toalha pra estancar o sangue… Tava sangrando muito.
- Você foi ao hospital?
- Sim, aí fui pra o hospital pra me tratar.
- E não deu para reimplantar o dedo?
- Deu não.
- Não deu? Por quê?
- O cachorro comeu.
- Como assim? O cachorro comeu?
- Quando a lâmina da máquina cortou o meu dedo, o cachorro tava do lado… Aí não teve jeito. O dedo voou, ele foi rápido e… NHACK, comeu o dedo.
- [risos da apresentadora e da platéia] Maguila, eu não acredito! O cachorro comeu seu dedo!
- Comeu. Tava ali perto. É rápido o danado!
- E você, o que fez?
- Não fiz nada, né? Vou fazer o quê? Ia cortar a barriga do bicho? Só pra pra pegar meu dedo? Deixa ele!

ADILSON “MAGUILA” RODRIGUES nasceu em Aracaju, Sergipe, em 12 de junho de 1958. Lutou como profissional entre 1983 e 2000. Conquistou um cartel de 77 vitórias, sete derrotas e um empate, com 61 vitórias por nocaute. Conquistou os títulos brasileiro (1983) e sul-americano (1984) e os manteve até a segunda metade da década de 90. Foi estrela da Rede Bandeirantes durante boa parte dos anos 80, tendo vencido lutadores como Walter “Daniel” Falconi, André Van Den Oetelaar (ambos em revanches de derrotas prévias) e James “Quebra-Ossos” Smith, este numa decisão controversa. Lutou ainda com Evander Holyfield (1989) e George Foreman (1990), perdendo para ambos por nocaute no segundo round. Hoje tem uma ONG e uma academia na Grande São Paulo.
Escrito por José Elias Flores Jr. em 28 de janeiro de 2006.
Você tem vocação pra escravo? Você ganha pouco? Ora, faça um trabalho espetacular, seja o alvo! Ganhe a liberdade.
Que tipo de gerente existe dentro da sua empresa? Ele contribui em algo ou apenas passa o dia inteiro sentado sem fazer nada? Você trabalha para o Senhor de Engenho?
Muito bom esse vídeo com o consultor Waldez Ludwig, um tapa na cara de muitos, bem esclarecedor. Vale a pena.
Olha só a fantasia que essas meninas bolaram para ir ao baile:

Já esse sujeito, não sei de onde tirou a idéia dessa fantasia, putz! Pessoa estranha…

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender Cachaça “na caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bêubidos da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia vai para o brejo.
Fonte: Como comprar meias
Recebi muitas críticas(via contato) por causa do post anterior com a frase: SOLTA A MENINA LINDEMBERG!
Ora, mas vejam, quando escrevi aquilo o “sequestro” se arrastava por quatro/cinco dias, a TV já saturava o assunto com um ar holliudiano e dava plenos poderes ao marginal. O caso virou chacota, na minha opinião, quando o sujeitinho pendurou a blusa do seu time na janela do banheiro para poder vê-la na TV. Ah! Quê que é isso? O bonitinho apareceu várias vezes na janela, onde estavam os atiradores de elite? Não, aqui no Brasil não se pode atirar em marginal, a imprensa que já tinha dado ar de herói ao meliante e outras organizações viriam de voadora nos responsáveis pela ação, então os imorais ao invés disso mandam a pobre da outra inocente para morrer também(por sorte escapou). Sinceramente, vocês são uns hipócritas!
Minha nova faixa:

Apesar de já ser tarde, ainda é válido.



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