Você tem vocação pra escravo? Você ganha pouco?

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Posted on : 22-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Cultura, Diarinho, Vídeos

Você tem vocação pra escravo? Você ganha pouco? Ora, faça um trabalho espetacular, seja o alvo! Ganhe a liberdade.

Que tipo de gerente existe dentro da sua empresa? Ele contribui em algo ou apenas passa o dia inteiro sentado sem fazer nada? Você trabalha para o Senhor de Engenho?

Muito bom esse vídeo com o consultor Waldez Ludwig, um tapa na cara de muitos, bem esclarecedor. Vale a pena.

Fantasias: uma criativa e outra…

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Posted on : 21-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Carnaval, Diarinho, Imagens

Olha só a fantasia que essas meninas bolaram para ir ao baile:

Fantasia Criativa

Já esse sujeito, não sei de onde tirou a idéia dessa fantasia, putz! Pessoa estranha…

Pessoa Estranha :O

A crise dos EUA for Dummies

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Posted on : 21-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Cultura, Diarinho, Mundo

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender Cachaça “na caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêubidos da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia vai para o brejo.

Fonte: Como comprar meias

Lindemberg e o post anterior

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Posted on : 20-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Brasil, Diarinho

Recebi muitas críticas(via contato) por causa do post anterior com a frase: SOLTA A MENINA LINDEMBERG!

Ora, mas vejam, quando escrevi aquilo o “sequestro” se arrastava por quatro/cinco dias, a TV já saturava o assunto com um ar holliudiano e dava plenos poderes ao marginal. O caso virou chacota, na minha opinião, quando o sujeitinho pendurou a blusa do seu time na janela do banheiro para poder vê-la na TV. Ah! Quê que é isso? O bonitinho apareceu várias vezes na janela, onde estavam os atiradores de elite? Não, aqui no Brasil não se pode atirar em marginal, a imprensa que já tinha dado ar de herói ao meliante e outras organizações viriam de voadora nos responsáveis pela ação, então os imorais ao invés disso mandam a pobre da outra inocente para morrer também(por sorte escapou). Sinceramente, vocês são uns hipócritas!

Minha nova faixa:

Castrem Lindemberg!

Apesar de já ser tarde, ainda é válido.

Frase da Semana

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Posted on : 17-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Brasil, Diarinho, Imagens

soltalindemberg

Não durma no estádio

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Posted on : 15-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Diarinho, Futebol, Vídeos

Não durma no estádio, ou virará atração principal. :)

Ainda as eleições

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Posted on : 07-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Diarinho

* Mário Prata

As eleições, para mim, perderam a graça. Tudo por culpa do modernismo eletrônico e da televisão.

Em primeiro lugar, não se fazem mais comícios como antigamente. Em praça pública. No palanque da praça central. Na minha cidade, tinha um palanque que era fixo. Ali, ficavam as autoridades nos desfiles cívicos e militares. Ali, cantores do rádio vinham encantar a gente.

E, nas eleições, era dali que a gente via o Adhemar de Barros gritar: “Enquanto eu estou aqui, a minha mulher está na zona de Jaú”. Ou o Jânio, que passava pela cidade no último vagão da Noroeste do Brasil, tirava um sanduíche do bolso e mandava bala.

Como gritavam os políticos d’antanho. Tinha cidade onde o alto-falante nem sempre funcionava. Chiava. O jeito era ir no grito, no peito e na raça. Ainda hoje em dia, vendo os velhos políticos, noto que eles não perceberam que os microfones funcionam e continuam a gritar como se estivessem na década de 40 ou 50. Mesmo na televisão, eles agem como se estivessem nas públicas praças.

Agora tem o horário político. Devo confessar que adoro. Principalmente os candidatos a vereadores. De tão hilários, deveriam ter mais espaço na telinha. Um deles, lá de Sorocaba, travesti, dizia: “Não preciso do seu voto. Minha clientela me elege”. E dava o ponto na rua tal, esquina com tal. Adoraria ver a bicha num palanque rodando a baiana e apontando os seus clientes na platéia.

O horário político foi feito para eles entrarem nas nossas casas. Mas não entram, só espiam.

Depois inventaram as carreatas, as passeatas, os panelaços e outras palhaçadas. Você vê o seu candidato passando correndo pela sua rua. A impressão é que eles estão correndo para outro bairro.

Depois, tem a mala direta. Não sei onde esses caras arrumam o endereço da gente. Mas todo dia chegavam de dois a três envelopes, cheios de santinhos. Pelo menos é bom para rascunho. E os erros de português, que maravilha. Tinha um que começava assim: “Fazem oito anos que”… Ou seja, não dá para ler até o fim. Mas o mundo mudou e a lusitana continuou a girar Tudo bem, sejamos modernos. Mas, depois chega a apuração. Era aqui que eu queria chegar.

Com essa coisa de querer fazer apuração de primeiro mundo, perdemos a graça do nosso maravilhoso terceiro mundo. Urna eletrônica. Todo mundo aplaudiu e é mesmo gostoso apertar aqueles botõezinhos e pronto. Foi um sucesso. Monteiro Lobato, Elis Regina, Machado de Assis e Grande Otelo foram exumados, sem autorização das famílias, e voltaram às nossas telas.

Mas o mais grave de tudo foi a rapidez da apuração. Perdeu a graça, gente. Tinha coisa melhor do que você ficar em casa diante do rádio ouvindo aquelas intermináveis apurações, com papelzinho e lápis na mão, anotando tudo? Dias e mais dias, noites, madrugada, torcendo, anotando, como se fosse uma final do Brasileiro de futebol. Fulano crescendo, beltrano caindo nas apurações da zona leste, por exemplo.

Nas suas casas e diretórios, os candidatos também sofrendo, sofrendo, fazendo contas impossíveis. Durava mais de uma semana o lúdico sofrimento. Era bom demais. Agora, não. Quatro ou cinco horas depois, já se sabe quem ganhou. Qual é a graça? Onde fica o espírito de competição, o espírito esportivo? Antigamente uma eleição era decidida em dias, semanas. A gente sofria, torcia, apostava. Agora ficou uma caca.

Tinha subornos, sacanagens, votos preenchidos pelos próprios mesários. Protestos, processos, denúncias. Agora, não. Está tudo certinho. Parece com os Estados Unidos. É isso que eles queriam. Um dia, por engano, ainda vamos eleger o Clinton. Ou não será por engano?

Sei que, dentro de alguns anos, não vamos nem precisar ir até ao colégio para votar Vamos votar de casa mesmo, através da internet. Mas quer coisa mais gostosa do que sair de casa, entrar pra votar, pegar uma filinha, encontrar amigos, tomar uma cervejinha em casa depois? Será que vai ter boca de urna dentro da casa da gente? Os lixeiros vão adorar, é claro.

É por essas e outras que o FH se alia ao Maluf, seu velho inimigo na época da ditadura. Que vergonha, meu Deus. Não temos mais eleições, nem apuração e nem Partidos mais no Brasil. Os Partidos estão irremediavelmente partidos. Tudo é luta pelo poder Aliás, a esquerda velha sempre gostou de um cargo. E, quando consegue, não quer largar.

Pior que uma eleição de primeiro mundo só mesmo uma reeleição de terceiro mundo. O Fujimore entende dessas coisas.

Tecnicamente pra frente. Politicamente pra trás. Dá pra rir? Dá.

A eleição brasileira acaba de entrar na menopausa.

Texto extraído do livro “100 crônicas de Mário Prata”, Cartaz Editorial – São Paulo, 1997, pág. 39.

* Conheça a vida e a obra de Mario Prata.

Conversão de arquivos – pdf para doc

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Posted on : 06-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Brinquedos, Diarinho, Download, Software Livre

Outro dia estava aqui zanzando na net quando uma janela do meu Gtalk salta com a pergunta: - Como transformo um pdf num doc? Como edito um pdf?

Era meu irmão e como ele estava com pressa, pedi para que me enviasse o pdf que já lhe enviaria de volta em doc. Menos de um minuto e o problema foi resolvido. Como?

Ora, essa é uma dúvida bem comum(hoje mesmo vi no meu trabalho mais uma vítima) e existem inúmeros programinhas que fazem essa conversão, mas uma solução online é a que mais me agrada, trata-se do Zamzar – Free online file conversion, que merece figurar nos seus favoritos:

zamzar - free online file conversion

O Zamzar não converte só pdf em doc, tranforma também diversos outros formatos no que você deseja: images formats, music formats, videos formats, docs formats.

Basta apontar o arquivo, escolher o formato que deseja converter e colocar o seu e-mail. Pronto. Você recebe, no mesmo momento, um e-mail com o link para baixar seu arquivo no formato indicado

Então, não é uma beleza?

Quer um mascote?

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Posted on : 01-10-2008 | By : Mário Aragão | In : Diarinho

Escolhe uma dessas figuras ai:

Eita vida dura! hahaha!

Fonte: Xpock.tv

Outro eu…

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Posted on : 28-09-2008 | By : Mário Aragão | In : Diarinho

Tirei o velho cavanhaque que me acompanhava há vários anos. Nem eu me reconheci nas primeiras vezes no espelho depois da pelagem. No primeiro dia no trabalho me perguntavam: – Ei tu viu o Mário? Já disseram que fiquei parecido com mil personagens, aproveitei a onda e coloquei minha foto ao lado de dois caras bochechudos que eu gosto:

Mario, Hurley e Fofão

E ai? Fiquei parecido com quem? :P

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