Esse ano está é bom aqui no Ceará, Terremoto, Tempestade…
Ontem a tempestade foi tão forte, a trovoada tão intensa e invocada, que disparava o alarme dos carros nos estacionamentos e garagens. E os Raios? argh!
Valamideuso!
Esse ano está é bom aqui no Ceará, Terremoto, Tempestade…
Ontem a tempestade foi tão forte, a trovoada tão intensa e invocada, que disparava o alarme dos carros nos estacionamentos e garagens. E os Raios? argh!
Valamideuso!

Se pelo menos fosse comer…
Cada uma.
O www.anatel.gov.br está assim:

Esqueceram de abrir uma conexão com o banco?
Desse jeito não podemos nem reclamar dos serviços das suas fiscalizadas…
PÓS-POST: Voltou!
Se havia algo que deixava o delegado Carlos Henrique consternado, era choro de mulher. Ainda mais quando ela tinha 30 anos, era bonita e sensual:
– Mas o que foi que aconteceu, meu anjo? Conta pra mim. Beatriz – era esse o nome da vÃtima – fez beicinho:
– Ele me bateu!
Dr. Carlos Henrique trincou os dentes:
– Ele, quem?
– O Jorjão.
Sentiu o peito arfar:
– E quem é esse Jorjão?
– É…bem, como eu posso dizer? Ah, deixa pra lá, doutor. Acho melhor não registrar nada.
Dr. Carlos Henrique pousou a mão naquele ombro macio, carnudo:
– Posso lhe dizer uma coisa?
Beatriz ficou em silêncio.
O delegado insistiu:
– Com toda a experiência?
Ela balançou a cabeça, afirmativamente:
– Pode.
– Se você não denunciar esse patife, ele vai te bater de novo.
Abriu o olho roxo:
– O senhor acha?
– Tenho certeza, meu doce – alisou o hematoma: – Aliás, vou expedir uma guia para o Instituto Médico-Legal fazer o exame de corpo de delito. Está horrÃvel…
Apesar dos pesares, ela sorriu:
– O senhor ainda não viu nada.
– Ele fez pior ainda?
Beatriz pôs a mão na coxa:
– Me deu um chute aqui…
– Ficou a marca?
– Uma mancha enorme.
– Entre aqui no meu gabinete, que eu quero ver.
– Então, feche a porta, doutor.
Dr. Carlos Henrique deu três voltas com a chave e mais quatro com o ferrolho.
Tapou o buraco da fechadura com uma fita adesiva:
– Assim está bom?
– Ótimo. Agora, ligue o ar e prepare uma bebida para nós dois.
– Vinho?
Beatriz mordeu o lábio ferido e exigiu:
– Se tiver uÃsque, eu prefiro.
– Tenho sempre um litro guardado para essas emergências, meu anjo. Puro ou com gelo?
– Puro.
O delegado serviu duas doses. Beatriz pegou a sua e bebeu tudo em apenas três goles. Estalou os beiços:
– Vou tirar a roupa.
– Mostra tudo, meu doce. Quero ver todos os hematomas.
– Apaga aquela luz ali. Deixa só a do corredor…
Dr. Carlos Henrique estava arrepiado:
– Isto aqui tá parecendo estúdio da Playboy… tira tudo, meu anjo, tira.
– Tô tirando… pronto…
O delegado, nervoso: – Preciso acender. Quero ver de perto para poder descrever nos autos…EPAAAAA!!!
– O que foi, doutorzinho?
– Você é homem, cara!
– É com isso que o Jorjão não se conforma.
enviada pelo Roberto Jorge por e-mail. :]
Caramba, queria um par de asas desses. Muito bom!
Um piloto de avião surpreendeu o mundo nos Alpes SuÃços. Com uma espécie de turbina de jato e um par de asas, o suÃço Yves Rossy sobrevoou as montanhas por dez minutos, a uma velocidade de até 300 km/h. Depois, usou um pára-quedas para chegar ao solo.
O equipamento foi projetado pelo próprio aventureiro.
Só faltava mesmo essa:
Sônia Nazário e Milene Domingues já sabem sobre a gravidez da ex-noiva de Ronaldo Fenômeno, Bia Antony. A mãe do jogador confirmou à coluna de Bruno Astuto, do jornal “O Dia”, que ficou sabendo pelo filho da notÃcia. “Estamos comemorando”, disse Sônia para a publicação.
Olha ai, o caso Ronaldo vai virar mesmo filme… Que confusão!
Desejo um ótimo dia das mães a todas as mamães que eu conheço.
Aproveitem o dia, chutem a canela da marmanjada, rsss.

Minha irmã Rita e minha Mãe Mirian, “Gentes Boas”!
Sempre que tenho que escrever o verbo USAR no pretérito imperfeito do subjuntivo fico pensando três vezes antes… Olhando assim aqui embaixo, já flexionado em todas as pessoas, é uma beleza, mas no dia-a-dia na hora de escrever é um tormento, acho que é porque o bicho é feioso, cheio de éSSes. Aposto como vão lembrar desse post da próxima vez que toparem com ele em suas escritas por ai.
Pretérito Imperfeito do Subjuntivo
eu usasse
tu usasses
ele usasse
nós usássemos
vós usásseis
eles usassem
Deus pede estrita conta do meu tempo,
É forçoso desse tempo já dar conta,
Mas, oh! como dar em tempo tanta conta,
Eu que gastei sem conta tanto tempo.
Para ter minha conta feita a tempo,
Dado me foi bom tempo e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta
Hoje quero fazer conta e falta tempo.
Oh! vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis o vosso tempo em passatempo,
Cuidai, enquanto é tempo, em fazer conta.
Mas, ah! Se os que contam com esse tempo
Fizessem desse tempo alguma conta
Não chorariam sem conta o não ter tempo.
——
Reminiscências do meu Avô que gostava muito de ler, estudar sozinho, copiar, decorar sonetos e poesias. Geralmente, das 3 as 5 hs da manhã à luz de lamparina ou farol. Ele nasceu em 1907 e faleceu em 1985 (JOSÉ DE SOUSA ALVES- “ZECHAGAS” )
Façam bom proveito e se gostarem tem outros sonetos e poesias bem interessantes nas coisas dele…
Dica do Marcelo Tas no Twitter:

E não é que os caras são organizados mesmo. Veja o documento que eles compartilharam no Google Docs: Medios en la red: un inventario de recursos y experiencias
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