Google Dictionary

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Posted on : 07-12-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Google, Mundo, Tecnologia

o Google anunciou mais um serviço, lançou o Google Dictionary, recurso que traz definições, sinônimos e expressões idiomáticas usadas em 28 idiomas. Trata-se do primeiro dicionário gratuito capaz de traduzir, por exemplo, o phrasal verb, verbo presente na língua inglesa que não pode ser traduzido literalmente.

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Ainda em fase Beta, o dicionário da Google promove também uma convergência com definições participativas presentes na Wikipedia, característica presente no Babylon, tradutor muito conhecido, não gratuíto, na web.

Fonte: Vida em Rede

Chrome para Mac quase pronto

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Posted on : 30-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Google, Mundo, Software Livre, Tecnologia, tirinhas

O Google lançará em breve a versão beta do navegador Chrome para Mac OS. Apenas oito bugs estão emperrando o lançamento, mostrou nesta segunda-feira (30/11) o banco de dados de rastreio de bugs do Google. Apenas dois são marcados como Prioridade e ambos envolvem o fechamento do programa quando o navegador tenta apresentar conteúdo no formato Flash, da Adobe. (ainda acha que só eu implico com essa joça?)

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Para tristeza dos usuários da Maçã, diversos recursos disponíveis para usuários de Windows ainda não estarão presentes nesta versão beta para Mac.

A lista de ausências inclui o Bookmark Manager, o App Mode e a Bookmark Synchronization. Também não haverá suporte para extensões, informou hoje o TechChrunch.

“Não haverá extensões para betaâ€, disse pelo twitter @mikepinkerton, um líder técnico para o Chrome do Mac, “Mas teremos isso logoâ€.

Edições para desenvolvedores de Chrome para Mac e Linux foram liberadas em junho, mas o Google alertou os usuários casuais de que essas versões são potencialmente instáveis.

Em outubro, o Chrome respondeu por cerca de 3,6% do mercado de navegadores, de acordo com estatísticas da empresa de métricas na web NetApplications.

E para desopilar, uma tirinha:

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Murdoch quer fechar com a Microsoft

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Posted on : 30-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Cultura, Google, Mundo, Tecnologia

O velho Rupert Murdoch, fundador da News Corp., o quinto maior conglomerado de mídia do mundo que controla canais de TV como o Fox, jornais como o Wall Street Journal e o britânico The Times, continua tentando desafiar o Google. Para isso, articula um acordo inédito, segundo o qual a Microsoft pagaria para ter acesso exclusivo aos links das publicações da News Corp., por meio do Bing, a ferramenta de buscas da companhia de Bill Gates, ou seja Google News ficaria de fora. O pessoal da News Corp., ao contrário de todos na internet, evitaria os algoritmos de busca do Google.

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Pesquisa da consultoria Serasa Experian Hitwise indica que, nos Estados Unidos, o site de busca e seu agregador de informações, Google News, são responsáveis por 26,3% da audiência da versão on-line do Wall Street Journal. Esse porcentual está acima da média de publicações americanas, que é de 21,5%. No Brasil, quatro em cada dez usuários da web chegam a sites de notícias pelo Google. Para Murdoch, é burrice se manter enfeitiçado por esses números. Recentemente, ele disse que os links do Google “roubavam” as histórias de seus jornais.

Hoje, os sites de busca movimentam 33 bilhões de dólares por ano ao redor do mundo, segundo estimativa do J.P. Morgan. Desse valor, 72% vão para o Google. A Microsoft detém somente 7% do total. Murdoch parece ter encontrado um aliado na Microsoft, que procura transformar o Bing numa alternativa ao Google.

O Bing cresce lentamente no mercado americano – e Steve Ballmer, o presidente da empresa, afirma que acelerar esse crescimento, por meio de investimentos, é uma prioridade. O acordo com a News Corp. – cujos detalhes ainda são desconhecidos – seria o primeiro passo dessa estratégia.

Com informações da Veja e do InfoPlantão

Lá se foram 10 dias…

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Posted on : 01-11-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Cultura, Mundo

O calendário maia, dizem os apocalípticos, prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012. Calendários, no entanto, são excelentes instrumentos para orientar sobre o compromisso da próxima quarta-feira, mas são um embuste para prever o futuro. As diversas civilizações – não só os maias, mas os egípcios, os chineses – criaram os próprios calendários, uns com base no Sol, outros com base na Lua, uns mais longos, outros mais curtos, mas todos sempre foram expressão da inclinação humana de atribuir ordem ao caos. Com o calendário, criamos a sensação de ordenar os dias, os meses e os anos num sistema cronológico racional e matematicamente preciso. Só que a natureza não é assim. Num delicioso livro lançado às vésperas do ano 2000, O Milênio em Questão, no qual se baseia este texto, o grande paleontólogo americano Stephen Jay Gould (1941-2002) escreveu: “A natureza, aparentemente, pode fazer um esplêndido hexágono, mas não um ano com um belo número par de dias ou rotações lunares”. E, com o humor que lhe era peculiar, acrescentou: “A natureza se recusa teimosamente a trabalhar com relações numéricas simples justamente naquilo em que sua regularidade seria mais útil para nós”.

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Ou seja: os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.

Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.

Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras.

Fonte: Veja

Xampu movimenta milhões

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Posted on : 27-10-2009 | By : Mário Aragão | In : Brasil, Citações, Cultura, Mundo, Propaganda

Muito bom o último artigo de Renata Betti para a Veja. Acompanharam todo o investimento da Unilever, para transformar sua linha Seda de xampus, novamente no pupilo da classe C, que agora é uma classe exigente e que mais movimenta o país: “a classe C, público-alvo do xampu, não queria mais um produto que, agora, via como de segunda linha e muito popular

Compartilho o artigo:

Só sobrou a marca
A transformação do xampu Seda mostra tudo
o que é preciso para tentar mudar a imagem que
o consumidor tem de um produto

No dia 5 de março de 2009, um grupo de executivos da Unilever trancou-se por doze horas numa sala da sede em São Paulo para discutir um problema que, eles já sabiam, seria de difícil solução: um dos carros-chefe da empresa, o xampu Seda, líder de vendas no Brasil, perdia espaço no mercado – coisa que, desde seu lançamento, em 1968, jamais havia acontecido. As pesquisas, encomendadas pelo francês Patrick Cescau, então CEO mundial da multinacional de bens de consumo – que fatura por ano 55 bilhões de dólares, ou três vezes o PIB da Bolívia –, não deixavam dúvidas quanto à razão da queda: a classe C, público-alvo do xampu, não queria mais um produto que, agora, via como de “segunda linha” e “muito popular”. “A nova aspiração da classe C brasileira é usar xampus melhores, de preferência indicados pelos cabeleireiros”, concluía o estudo, dando início a um longo processo em que o velho Seda precisou ser inteiramente reinventado até, neste mês, chegar às lojas. Da embalagem à fórmula, só restou mesmo o nome, sobre o qual também passou a pesar certa desconfiança. Um dos testes mostrou que, às cegas, as pessoas até avaliavam bem o Seda, mas, quando sabiam tratar-se dele, as notas caíam. “Chegamos a cogitar abrir mão da marca”, diz um dos diretores da empresa no Brasil, Erik Galardi, à frente da operação que consumirá 125 milhões de reais – o maior investimento já feito pela Unilever numa marca para o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo no segmento de produtos para cabelo, com vendas anuais de 5,4 bilhões de reais, só perdendo para o Japão.

Recriar um produto se torna, muitas vezes, imperativo para que ele sobreviva a mudanças demográficas, econômicas e de hábitos numa sociedade – mas não é um processo fácil. As empresas precisam lançar mão de um extenso repertório de técnicas já consagradas pelo marketing para fisgar o consumidor. “O público é alvo de estratégias milimetricamente concebidas para fazê-lo comprar”, diz Alejandro Pinedo, da consultoria Interbrand. Nos últimos meses, VEJA pôde comprovar isso ao acompanhar as dezenas de etapas e tomadas de decisão envolvidas no relançamento do xampu. A Unilever conduziu doze pesquisas, em que foram ouvidas 500 pessoas, parte delas sendo observada no ato da compra. Nenhuma estratégia foi traçada sem pesar tais informações, um conjunto de dados tão rico e detalhado que, tomado como base, permitiu saber até de que maneira os consumidores manuseavam o xampu no supermercado. Como o antigo frasco tinha concavidades acentuadas, era difícil pegar um na prateleira sem tirar os demais do lugar. Os produtos se desarranjavam e a marca acabava escondida – um desastre para as vendas. Até chegar ao formato atual, mais fino e convexo, criou-se uma dezena de embalagens. Elas foram sendo descartadas depois de submetidas a testes conhecidos como eye tracking, em que uma máquina monitora o movimento dos olhos e detecta os pontos que mais chamam a atenção das pessoas. Assim se decidiu, por exemplo, por um tom de roxo ligeiramente mais vibrante que o anterior. São mudanças aparentemente simples, mas que demandaram uma adaptação em todo o maquinário da fábrica.

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Os especialistas definem o desafio da Unilever como o mais complicado de todos em se tratando da mudança de imagem de um produto: fazer que os consumidores percebam como “chique” um item que há décadas é visto como popular. “A experiência mostra que elevar o conceito que as pessoas têm de uma marca é sempre muito difícil”, diz Edson Crescitelli, diretor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Os casos recentes da Philco e da Arno, ambas do ramo de eletroeletrônicos, ajudam a dimensionar as dificuldades. Já consolidadas na classe C, as duas decidiram, coisa de cinco anos atrás, começar também a produzir itens para estratos de renda mais altos. Por mais que investissem em inovação e marketing, no entanto, não conseguiram convencer ninguém. Pior: além de não conquistarem clientes na classe A, perderam os da C, que ficaram confusos com a mudança. No caso da Unilever, a equação é ainda mais complexa: trata-se de alterar a percepção sobre um mesmo produto. Uma das principais estratégias da empresa foi convidar para prestar consultoria técnica e estrelar campanhas publicitárias um grupo de sete cabeleireiros de renome mundial, entre os quais Yuko Yamashita, criadora da escova japonesa. Não foi fácil convencê-los a participar. A cada “sim”, havia festa no escritório. “É uma tentativa de quebrar o preconceito dos cabeleireiros brasileiros em relação ao Seda e levá-los a indicar o produto aos clientes”, diz Adriana Yamamoto, gerente de marketing da linha de xampus. “Nesse mercado, nada é melhor que o boca a boca.”

Apesar de a Unilever já ter feito ajustes em seu principal xampu antes, eles foram sempre superficiais, e às vezes malsucedidos. Em janeiro de 2008, o Seda ressurgiu em embalagens ultracoloridas e com novo logotipo, na pretensão de ganhar espaço entre xampus mais sofisticados. A propaganda foi maciça, mas o resultado, pífio: os gastos chegaram a 30 milhões de reais sem que as vendas, então estabilizadas, voltassem a subir. “Foi um erro primário. As pessoas perceberam no ato que o produto não havia realmente mudado”, reconhece o diretor Erik Galardi. Desta vez, nada ficou de pé. A fórmula, que era composta de ingredientes “de nível inferior”, segundo a própria Unilever, ganhou ingredientes 20% mais caros. Espera-se com isso reduzir as queixas que circulam na internet de que o Seda deixa o cabelo “armado” ou “parecendo palha”. Quanto à fragrância, que desaparecia por ausência de fixador na fórmula, agora ela é duradoura – o que, segundo as pesquisas, se tornou pré-requisito para as brasileiras. Nem a textura ficou como antes. Líquida demais, aos olhos da nova classe C ela passou a ser identificada com produtos de pior qualidade. Ao colocarem uma porção do velho Seda nas mãos, as pessoas desistiam de comprá-lo, como foi observado em supermercados de todo o país. Daí a atual consistência, mais espessa. Tais melhorias elevaram os custos de produção em 20%, enquanto o preço final do xampu encareceu apenas 10%. “Fomos forçados a encolher as margens de lucro para manter o preço acessível”, diz Galardi. O teto para gastos com xampus na classe C é de 5 reais – o Seda subiu de 4,30 para 4,80 reais.

Os grandes planos de uma empresa global como a Unilever são traçados com no mínimo quatro anos de antecedência e vêm da matriz, em Londres. Assim, ficou estabelecida, no início de 2008, a meta de que a operação da multinacional no Brasil, hoje a terceira do grupo, se tornaria a segunda mais rentável da Unilever até 2012 – ultrapassando a dos Estados Unidos e perdendo apenas para a da Inglaterra. Há, no entanto, espaço para mudanças de rumo diante de situações inesperadas, como foi o caso do xampu Seda. Com as vendas caindo mês a mês no Brasil em 2008, foi a própria matriz que tomou a decisão de transformar o produto, deixando as estratégias por conta dos executivos brasileiros. Como em nenhum outro país se consome mais Seda do que aqui (trata-se de aproximadamente 20 milhões de unidades por mês), o negócio se justifica. Pouco a pouco, o mesmo produto substituirá a antiga versão nos 100 países em que a Unilever está presente – só que com nomes diferentes (Sedal, em países de língua espanhola, e Sunsilk, nos demais). Hoje, o segmento de xampus no Brasil é muito diferente daquele do fim da década de 60, quando a maioria dos brasileiros ainda lavava o cabelo com sabão de coco. De menos de cinco fabricantes no país, chegou-se aos atuais 2.000. A Unilever detém 34% do mercado, que faturou 1,7 bilhão de reais em 2008. É um bom quinhão, que a concorrência, no entanto, tornou mais difícil manter.

Twitter em Manutenção

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Posted on : 16-06-2009 | By : Mário Aragão | In : Cultura, Imagens, Mundo, Tecnologia, twitter

E a tão temida manutenção do twitter começou agora às 18hs de terça-feira.

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Pós-Post: Durou cerca de uma hora o bastante para deixar muito viciado nervoso.

Facebook faz cérebro regredir

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Posted on : 25-02-2009 | By : Mário Aragão | In : Cultura, Mundo, Saúde, Tecnologia

Uma pesquisadora da Universidade de Oxford disse que navegar muito por redes sociais, como o Facebook, pode fazer o cérebro regredir.

A pesquisadora disse que o uso freqüente de sites como o Facebook pode deixar o cérebro do usuário acostumado a breves intervalos de atenção e torná-lo mais propenso a querer viver apenas o momento.

No mundo real, esta pessoa teria dificuldade em desempenhar tarefas que exigem mais tempo de concentração.

Isso é lá nos Estados Unidos, por isso o exemplo com o FaceBook que é mais usado, agora imagina o tamanho da regressão cerebral com o Orkut aqui no Brasil. =P

Leia matéria completa de Daniela Moreira, na INFO Online.

Inaugurada biblioteca multimédia on-line da Europa

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Posted on : 06-02-2009 | By : Mário Aragão | In : Brinquedos, Cultura, Mundo, Tecnologia

A biblioteca multimédia on-line da Europa, “Europeana”, está acessível desde ao público, que através da Internet poderá aceder a mais de dois milhões de obras dos 27 Estados-membros da União Europeia. Esta biblioteca virtual conta com livros, mapas, gravações, fotografias, documentos de arquivo, pinturas e filmes do acervo das bibliotecas nacionais e instituições culturais dos 27 Estados-Membros da UE, tendo por exemplo de Portugal a Carta plana de parte da Costa do Brasil, um mapa de 1784.

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Acessível, em todas as línguas da UE, através do endereço http://www.europeana.eu a biblioteca multimédia europeia conta com material fornecido por mais de 1000 organizações culturais de toda a Europa, incluindo Museus, como o Louvre de Paris, que forneceram digitalizações de quadros e objetos das suas coleções.

Usabilidade é também simplicidade

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Posted on : 30-01-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Mundo, Tecnologia

Na Revista Gol desse mês existe uma matéria com o récem nomeado cientista-chefe da IBM, Fábio Gandour, conta um pouco sobre a sua vida, de como deixou de ser médico pediatra em 1986 para virar viciado em computação, resolveu fazer ciências da computação e foi contratado pela IBM em 1990, para vender tecnologia ao setor de saúde: “Tive uma infecção computacional e morri como médico”.

Fala ainda sobre o investimento da IBM em pesquisa científica nas universidades: “Uma boa idéia pode render muito mais que uma fábrica imponente. Se continuarem a não apostar no capital intelectual, vamos ter que nos conformar em exportar café, soja e carne”.

Fábio Gandour é responsável pelo mais recente IBM Next Five in Five, uma lista de inovações que têm potencial para mudar a forma como as pessoas viverão e trabalharão nos próximos cinco anos.

  1. A energia solar é o futuro, será usada inclusive para criar novos materiais.
  2. A partir do DNA, será possível desenvolver um mapa genético e prever quais doenças você poderá desenvolver.
  3. A internet será controlada pela voz.
  4. O comércio eletrônico oferecerá consultores virtuais, que auxiliarão na escolha do melhor produto para suas necessidades, inclusive provar roupas.
  5. Instrumentos para ajudar a filtrar e guardar informações, liberando-as da nossa memória.

Para finalizar, falou uma coisa que sempre repito aos montes por ai, então vindo dele talvez soe mais respeitoso: “As palavras mágicas em tecnologia, hoje, são funcionalidade e usabilidade. Isso requer tempo e o uso de neurônios de uma equipe bem afinada com o objetivo principal: tem que funcionar na mão das pessoas. Assim, a invenção mais usável é aquela mais simples. Usabilidade é diretamente proporcional a simplicidade.

A invenção da escrita

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Posted on : 25-01-2009 | By : Mário Aragão | In : Citações, Cultura, Mundo

Os sumérios produziram a escrita muito antes de criarem a matemática, é eles também criaram a matemática, os babilônios aproveitaram a matemática dos sumérios, que consistia num sistema numérico baseado não no dez mas no sessenta, e criaram a astronomia, ou seja, desde os primórdios matemáticos e astronômos caminham juntos. Na formulação simultânea da matemática e da observação astronômica pelos povos do grande vale do Tigres e do Eufrates temos os primeiros indícios do que hoje chamamos ciência. E a escrita? Ah é, vamos lá.

Em 3500 a.C., a necessidade premente de acompanhar a produção e o comércio de cereais levou os sumérios a criar símbolos separados para significar determinados números e determinados itens, como trigo, vaca, homem e assim por diante. Os primeiros símbolos eram desenhos dos objetos representados, depois evoluíram para marcas padronizadas em forma de cunha, a famosa escrita cuneiforme.

No entanto, em abril de 2003, arqueólogos anunciaram o resultado de uma análise preliminar de símbolos gravados em cascos de tartarugas com mais de 6000 anos, encontrados em túmulos neolíticos em Jiahu, na província de Henan, no oeste da China. É bem possível que esses sinais, mais antigos que a escrita cuneiforme, sejam o exemplo mais antigo de escrita.

O povo sumério se localizava aproximadamente onde hoje é o sul do Iraque, babilônios nas proximidades de Israel, como estava comentando com o @gabsramalho no twitter, ainda fico surpreso, como aquela região onde foi o berço das civilizações, dos primeiros “cientistas”, ainda mantêm tanto conflito bestial, o quanto de arcaico parece ser.

Com informações do livro SCIENCE A.S.A.P

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