Eleições? Só offline

O TSE decidiu manter a regra que proíbe sites, blogs e comunidades online de fazer campanha política. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Joaquim Barbosa negou liminar solicitada pelo iG para liberar a campanha política na internet. Pela lei atual, os candidatos só podem fazer campanha online pelos sites com domínios .can.br. É proibido que portais, por exemplo, aceitem publicidade política ou manifestem sua opinião a favor de um ou outro candidato. Da mesma forma, políticos não podem usar ferramentas como YouTube, Orkut ou Twitter para se promover. Ao negar o pedido do iG, Barbosa disse que o caso não justifica a concessão de uma liminar. Assim, a questão terá seu mérito julgado pelos ministros do TSE em nova sessão. Não há data marcada para o julgamento. Barbosa, no entanto, diz que a sessão deve ocorrer em breve, já que o tema refere-se às campanhas já em curso. Apesar da proibição, diversos serviços com conteúdo criado pelos usuários exibem propaganda política. Vigiar estes serviços, freqüentemente hospedados fora do Brasil, será uma tarefa difícil para a Justiça Eleitoral. Em nota, o presidente do iG, Caio Túlio Costa, classificou a decisão como “flagrante desrespeito à liberdade constitucional de expressão”, relata a Abril Online.

Aqui no Ceará, em Fortaleza, pelo que dizem, está liberada a capanha na Internet. Faltam 31 dias para o primeiro turno das eleições municipais.

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