Magneto Boy

Joe Falciatano, de 12 anos, começou a ser chamado de “Magneto Boy” – uma alusão ao personagem dos quadrinhos que tem enormes poderes de manipulação de campos magnéticos – após alguns professores concluírem que a sua presença fazia com que os computadores da escola travassem.

“Enquanto outros alunos usavam os computadores, estava tudo bem, mas se Joe estivesse em um deles, coisas estranhas começavam a acontecer”, disse Marie Yerdon, professora de informática do ‘Lura Sharp Elementary School’, em Pulaski, NY. “Eu acho que há algo em seu corpo, algo em sua composição, que faz com que os computadores travem.”, complementou Yerdon à ScienCentral.

Por enquanto não há explicação científica. A idéia de que um ser humano poder ser magnético, elétrico ou eletromagnético é considerada paranormal. Muitas pessoas afirmam ter uma “aura”, que interfere nos aparelhos elétricos e nos relógios.

O caso de Joe Falciatano é mais complicado. Ele quase perdeu seu quinto grau de estudos sociais no ano passado, devido a problemas com o uso do PowerPoint. Enquanto seus colegas trabalhavam nos seus projetos nos computadores do laboratório, Joe e a Sra. Yerdon gastavam tempo tentando solucionar os problemas com o PC de Joe.

“Foi estranho”, afirmou Yerdon. “Ele estava no Microsoft Word e de repente não conseguia alterar a fonte, ou então conseguia digitar os vários símbolos sobre as teclas numéricas, sem usar a tecla Shift.”

Yerdon conseguiu amenizar o problema, usando uma almofada aterrada sob o computador, ligada a uma pulseira anti-estática. Segundo Yerdon, a escola tinha comprado o equipamento para proteger um aluno com marcapasso de quaisquer surtos eletrônicos enquanto ele usava o computador. Em vez de utilizá-lo para proteger um aluno, do computador, ele é usado para proteger o computador, de um aluno.

Os pais de Joe disseram que seu filho não tinha problemas elétricos em casa, exceto quando ganhou seu Xbox. Sempre que Joe tentava jogar, o videogame travava. Finalmente, seus pais compraram um Xbox 360, que é sem fio.

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