No Pique!

Citações, Imagens, tirinhas

No Pique!

E não é?

Ótimo pós-carnaval a todos!

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Resultado no Sambódromo Carioca

Brasil, Carnaval, Cultura

Clique aqui e veja o resultado completo com todas as notas.

Beija-Flor é campeã! (pela 5ª vez em 6 anos)

E o Kico?

Sei lá, deve está brincando com o Chaves…

Fonte: Globo.com

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Trocadilhos

Vídeos

Esse quem me mandou foi o super magro o rei do trocadilho.

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É Preciso o Primeiro Passo!

Citações

Uma leitura rápida e talvez chinfrim para muitos, mas deixo aqui para deleite ou asco…

Muita gente quer atingir a meta sem ter saído do ponto de partida.
Querem chegar a ser alguma coisa sem ter feito coisa nenhuma para isso.
Há ainda os que caminham na direção contrária.
Em busca de alegria, alimentam-se de sensacionalismo mórbido.
Querem paz, mas buscam agitação e ruído.
Querem a paz para o mundo, mas introduzem a guerra em casa e na família.
Querem desenvolver uma personalidade forte,

mas vivem amarrados aos convencionalismos sociais.
Querem saber muita coisa sem nada estudar.
Querem ser amados sem amar, sem aumentar o amor em seu coração.
Querem ser ouvidos, mas não ouvem.
Querem a saúde, mas envenenam o corpo e a mente.
Querem que o mundo melhore, mas não melhoram o seu pequeno mundo.Querem justiça, mas são injustos.
Querem chegar a algum l! ugar sem sair do seu casulo.
Se você quer alcançar um fim, precisa usar os meios.
Se você quer atingir a meta, decida-se a partir.

Do livro “A Alegria de Viver”, de Dario Lostado

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Bebê Jogado do 3º Andar

Imagens, Mundo, Vídeos

Um bebê foi jogado do terceiro andar de um edifício em chamas na cidade alemã de Ludwigshafen, no oeste do país. ( BBC: clique aqui e assista ao vídeo )

O bebê foi apanhado por um policial e sobreviveu, mas outras nove pessoas morreram no incêndio.

Foto do Bebê

O fogo atingiu um edifício ocupado principalmente por cidadãos turcos.

O incêndio ocorreu enquanto várias pessoas celebravam um carnaval perto do local. O policial que salvou o bebê era parte de um grupo que participava da festa.

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Logos Google

Imagens, Tecnologia

Como sempre o Google não deixa passar os logos comemorativos e criativos.

Google

Orkut

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Corintiana rox… bronzeada

Futebol, Ulálá

jacque.jpg

“Sou assim: me amem ou me odeiem”. A frase é uma espécie de lema para a ex-BBB Jaqueline Khury, corinthiana roxa, que fez questão de homenagear o ´Timão´ em seu ensaio para a revista Vip. “Eu e o Corinthians estamos mais próximos que nunca. Dois sofredores que caíram, mas que têm força para se reerguer”, brinca.

Os torcedores do Corintians parece que ficaram mais fanáticos depois do time na segundona. Cada uma…

Fonte: Diário do Nordeste

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Pancada na Cabeça

Citações, Cultura, Mundo

Vanessa Vieira

Os galos na cabeça provocados pelas travessuras na infância e na adolescência podem ser mais perigosos do que se imagina. Principalmente quando a pancada resulta num estado temporário de inconsciência ou de confusão mental. Há muito se sabe que pancadas fortes na cabeça podem provocar dificuldades de aprendizado ou alterações de comportamento, como mudanças bruscas de humor, tanto em crianças como em adultos. Agora, pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, descobriram que há muito mais casos de problemas relacionados a pancadas na cabeça do que aqueles existentes na literatura médica. Os médicos não costumam esclarecer os pacientes sobre os problemas que podem advir do trauma. O resultado é que, meses – ou anos – depois, o ferido pode deparar com perturbações, sem associá-las ao acidente. O tipo de distúrbio que os pacientes apresentam depende da área do cérebro que foi atingida.

Após uma série de entrevistas e exames cerebrais feitos com dois grupos, um de pessoas com histórico de pancadas fortes na cabeça e outro sem essa característica, os cientistas do Mount Sinai detectaram que no primeiro grupo havia duas vezes mais casos de depressão e abuso de álcool e drogas. Distúrbios como síndrome do pânico e transtorno obsessivo-compulsivo também se revelaram mais freqüentes nesses pacientes. Em outro braço da pesquisa, realizado com estudantes de programas para crianças com dificuldades de aprendizagem, 50% tinham histórico de pancadas na cabeça. Nunca é demais advertir a garotada de que modere a agitação nas brincadeiras.

Será que eu bati a cabeça quando era criança??? =P

Fonte: Veja - edição de 6/2/2008

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Corintiano ROXO!

Brasil, Futebol, Games

Corintiano Roxo!

O Corinthians não esquece o que sua torcida representou na última temporada do time. Ficou do lado do time o tempo todo e jamais abandonou a equipe. Um verdadeiro amor que só poderia terminar numa homenagem em forma de camisa.

Por isso a Nike lança no final de março o uniforme número 3 do time, que será roxo, como a paixão dos corintianos pelo seu time. O modelo chega para juntar-se a tradicional camisa branca e a alvinegra com listras no coração da Fiel Torcida Corintiana.

Eu queria que o “Ferrim” aqui do Ceará lançasse uma blusa roxa, vivo roxo de vergonha das derrotas bobas e de só ganhar quando não tem mais jeito. Arriêma!

Fonte: Nike Futebol

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Silvio Tadeu - Uma história de solidariedade

Aqui no Ceará, Cultura, Diarinho, Imagens

Silvio Tadeu

Quem já passou pelo centro de Fortaleza, certamente lembra dessa figura, um negrão alto, cabelo rastafari e que passava horas numa calçada na Duque de Caxias olhando a esmo.

Ao ler a crônica de Pedro Salgueiro, para o Jornal O povo, revelando quem realmente era aquele sujeito, juro que me emocionei, principalmente ao lembrar que o vi diversas vezes com aquele olhar triste ou de contemplamento.

Segue aqui o texto que estou falando:

Anjos das ruas
Silvio Tadeu - Uma história de solidariedade

Pedro Salgueiro
Especial para O POVO

Ao contar uma história de solidariedade, o escritor Pedro Salgueiro abre o questionamento: se uma pessoa de boa vontade consegue salvar uma vida, o que não fariam os poderes estaduais, municipais e federais se tivessem um mínimo de boa vontade?

28/01/2008 01:57

Silvio Tadeu parecia fazer parte da paisagem de Fortaleza

Faz uns dez anos que perambula pelas ruas de nossa sonsa loirinha descabelada pelo sol um negro alto, cabelos fartos, sujo, roupas em farrapos, às vezes vestida sobre outra já em tiras. Distingue-se pelo porte altivo, cabeça levantada e pelo quase silêncio que o acompanha: poucos escutam as palavras que pronuncia baixinho, não raro esbraveja com alguém imaginário ou faz estranhos cálculos matemáticos.

Não pede esmola, mas lhe dão dinheiro, roupa e comida; quase sempre redistribui ou deposita as cédulas amassadas e rabiscadas com números em baixo de cones, desses usados em sinalizações de trânsito, e de papelões de outros moradores de rua, nada guarda para o dia seguinte. Come pouquíssimo e toma café e fuma em abundância (que lhe dão sem ele ao menos pedir).

De dia freqüenta os logradouros no centro: Praça Murilo Borges, rua Assunção, praça Coração de Jesus e uma calçada de estacionamento na Duque de Caxias, onde passa a maior parte da tarde acocorado em silêncio; de noitinha vai em direção à Praia de Iracema até a avenida Aquidabã, lá fica também acocorado em uma calçada em frente a um posto de gasolina. Não se sabe onde dorme, como faz suas necessidades fisiológicas, muito menos o que pensa e balbucia em quase preces noturnas.

Cumpre há uma década o mesmo ritual de sempre, dizem que ele faz as mesmas coisas, nas mesmíssimas horas (até para atravessar as ruas é sempre em locais determinados), o exato itinerário, quer faça chuva ou sol: o mesmo porte altivo, o olhar contemplativo de superioridade e paz. Não se apressa nunca, nem altera o semblante; nem se importa se ao seu lado passa uma bela jovem (que quase sempre aperta a bolsa e desce a calçada) ou um outro morador de rua.

Já apareceu em diversos ensaios fotográficos sobre o centro da cidade e foi até personagem de crônica de Airton Monte: faz parte, definitivamente, da paisagem dessa Fortaleza de Todos os Perdidos-Anjos.

Pois bem, acho que cumpriria este seu eterno ritual de perambular pelas calçadas, de se esgueirar pelos becos, de se acocorar pelas calçadas, até o final dos tempos, não fosse a alma enorme e boa do meu colega de repartição (e ex-baixista da banda de regue Rebel Lions) Jânio Alcântara, que puxou conversa, com uma paciência de Santo, com nosso personagem: descobriu o nome de sua cidade natal - Paranapanema, São Paulo) e o nome da mãe, Jandira Aparecida da Cruz (completo e com seu nome de solteira e de casada).

O novo amigo foi a Internet pesquisar e conseguiu falar por telefone com a mãe, uma senhora forte e saudável morando no interior de São Paulo; em poucos dias se encontrava em nossa cidade a mãezona (que há dez anos não sabia o paradeiro do filho) e a irmã mais nova, Sidelça, uma bela jovem parecidíssima com o nosso herói-de-rua.Jânio não ficou por aí, conseguiu internamento e tratamento dignos para o agora ex-morador das ruas sujas de nossa meretríssima loirinha descamisada pelo sol.

Moral de nosso conto de fada: se uma pessoa de boa vontade (com a ajuda de outros anjos bons) consegue salvar uma vida, o que não fariam os poderes estaduais, municipais e federais se tivessem um mínimo de boa vontade, competência e solidariedade.

P.S.: Para não deixar o leitor curioso com o destino de Silvio Tadeu da Cruz, ele está internado, limpo e bem vestido. A família o espera para levá-lo de volta para SP, pois sua avó de 99 anos de idade há dez anos não se cansa de perguntar toda noite por ele. Duas de suas irmãs moram na Europa, os outros vivem bem em Paranapanema (SP). A mãe diz que seu descontrole começou quando ele presenciou a morte, em acidente de automóvel, do irmão de que mais gostava, depois agravado pela dificuldade em pagar a faculdade de engenharia que cursava já no 2º ano, após ser despedido do banco em que trabalhava. Diz-me (agora sua belíssima irmã) que ele era o mais inteligente da família, também o mais vaidoso…

Pedro Salgueiro é escritor. Publicou O Peso do Morto (1995), O Espantalho (1996), Brincar com Armas (2000), Dos Valores do Inimigo (2005) e Inimigos (2007), de contos; além de Fortaleza Voadora (2007), de crônicas.

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