Olho no regulamento

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Postado: 18-11-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Aqui no Ceará, Diarinho, Futebol

Diante da ameaça de times conhecidos caírem para série C do Brasileirão, como é o caso do Fortaleza aqui no Ceará, recebi o Regulamento da terceirona e repasso para conhecimento de vocês, é bom ficar por dentro ;)

REGULAMENTO DA SÉRIE C e D

Rio de Janeiro, 07 de novembro de 2009, Circular Nº 541.3/2009

Às Confederações Estaduais

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no bom uso de suas atribuições, dá ciência às equipes classificadas a disputarem às Séries C (i.e. “terceira divisãoâ€) e D (i.e. “quarta divisãoâ€) sobre as normas que deverão reger o certame:

Art. Nº 1: DOS LOCAIS DOS JOGOS

§1 – As equipes que não possuem refletores em seus estádios deverão ter os seus jogos realizados à tarde.

§2 – Os estádios com capacidade inferior a 1.000 lugares deverão iniciar a venda dos ingressos 1 hora antes do início das partidas, devendo se reservar os lugares do picoleseiro e do pipoqueiro.

Art. Nº 2: DAS CONDIÇÕES PRELIMINARES

§1 – Cada equipe deverá apresentar os seus jogadores pelo menos com a camiseta da mesma cor, caso contrário o time da casa deverá jogar sem camisa para não confundir o juiz.

§2 – O time da casa terá que trazer a bola, não valendo bola dente de leite ou de capotão.

§3 – Quando um time tiver a quantidade máxima de 8 jogadores, o campo deverá ser reduzido, fazendo as traves com chinelo.

§4 – Se um time começa a ser pressionado e a equipe adversária chuta muito forte, seu goleiro pode botar havaianas nas mãos para não doer.

§5 – O jogador que chutar a bola para fora do estádio terá que ir buscá-la.

§6 – Se mais da metade do time estiver de pés descalços, os outros jogadores têm que tirar a chuteira.
6.1 – Não serão aceitos jogadores com travas muito altas para não estragar o campo, ou machucar o adversário.
6.2 – De preferência, eles deverão usar Kichute.

Art. Nº 3: DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

§1- Caso um time estiver jogando muito mal, um jogador da outra equipe poderá trocar de time para equilibrar a partida.

§2 – No final da partida será disponibilizada uma mangueira para os jogadores tomarem um banho rápido.

Você conhece o seu corpo?

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Postado: 16-11-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Cultura, Diarinho, Saúde

Para os médicos americanos Mehmet Oz e Michael Roizen, a resposta à pergunta acima é o primeiro passo para conservar a boa saúde e prolongar a juventude. Eles criaram um teste para medir o grau de conhecimento que cada um tem sobre o funcionamento de seu próprio organismo, o QB Quiz (Questionário do Quociente Corporal, em português). Na avaliação que você pode fazer aqui. 50 questões, 15 foram baseadas no QB Quiz e as demais contaram com supervisão do geriatra Renato Maia Guimarães, presidente da Associação Internacional de Gerontologia e Geriatria.

FAÇA O TESTE!

Fonte: Revista Veja

Mostrando seus dados

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Postado: 06-11-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Aqui no Ceará, Diarinho, GIS, Software Livre, Tecnologia

Todos sabemos que uma imagem vale mais do que mil palavras, no mundo de hoje a velha máxima está mais atual do que nunca, onde tudo é despejado na forma de dados, milhões de dados, quanto mais visual e perceptível isso for lhe apresentado, melhor você entenderá e dará utilidade a esses números. Por isso os gráficos sempre estiveram em alta.

Partindo dessas pemissas, desde 2006 no IPECE, instituto onde trabalho, resolvemos georreferenciar nossos dados, espacializar por assim dizer, afinal mostrar dados sociais e econômicos em tabelas é brutal, em forma de gráficos é bom, mas mostrá-los diretamente no mapa, em forma de gráficos-mapas é bem melhor. Assim nasceu o Ceará em Mapas, que se trata de uma coletânea de mapas temáticos estáticos, um atlas disponibilizado para a população através da internet. O produto virou carro-chefe do nosso site, alavancou visitas e sempre esteve no podium dos mais vistos. Afinal, imagens num mundo de números são como luzes no fim do túnel.

cearamapas

O Ceará em Mapas não foi o bastante, diante das possibilidades e inovações das geotecnologias. Queríamos dar ao nosso público o poder de manipular esses dados e montar assim seus mapas/gráficos. Precisávamos de um SIG (Sistema de Informação Geográfica), assim daríamos mãos aos nossos visitantes. Corremos, fuçamos, montamos, aproveitamos e lançamos, mesmo que de uma forma modesta e em versão beta, o Ceará em Mapas Interativo que novamente aqueceu nossas visitas e fez muito burburinho.

interativo

O Sistema, gerado a partir de software livre, é capaz de realizar consultas e análises utilizando dados georreferenciados e cartográficos, tais como: imagens de satélite, fotos aéreas, mapas de indicadores socioeconômicos, vias de acesso, rios, localidades, equipamentos, etc. Utilizando o sistema, o usuário pode fazer consultas aos dados e informações georreferenciadas, modificar os mapas gerados bem como salvar os mesmos em diversos formatos de arquivo.

Ainda que eu ache que estamos engatinhando, mantivemos nosso foco e disponibilizamos um SIG totalmente interativo e capaz. Nossos próximos passos serão aprimorar o sistema de imagens(além de arrumar um servidor decente), montar um servidor WMS, focalizar principalmente os mapas vetoriais e ampliar nossos dados.

Semana passada tivemos a felicidade de ver nosso projeto e seus idealizadores condecorados pelo Governo do Estado, o que é muito gratificante, ainda melhor é poder fazer algo de útil pelo Estado, pela população, algo que serve, no melhor sentido da palavra. Isso com certeza é o que motiva a qualquer um sair para o mercado e o que devia motivar alguém a optar por trabalhar em órgãos públicos.

Ainda sobre o assunto de como mostrar seus dados, veja essa coletânia de Gráficos que mudaram o mundo, disponibilizada pela Super Interessante:

A comemoração dos mortos

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Postado: 02-11-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Brasil, Citações, Cultura

A religião, essa sublime epopéia do coração humano, tem um símbolo para cada sentimento, uma imagem para todos os acidentes da nossa existência.

É aos pés do altar que o homem vê abrir-se para ele a fonte de todas as supremas venturas deste mundo – a família; e, quando o sopro da desgraça vai desfolhando uma a uma as flores da vida, é ainda aos pés do altar que achamos o consolo para as grandes dores, a esperança nos maiores infortúnios.

Quantas vezes no seio das alegrias e dos prazeres, quando nossos olhos vêem tudo cor-de-rosa, quando o ar que respiramos parece vir perfumado dos bafejos da ventura, não sentimos de chofre o coração apertar-se como tomado por um doloroso pressentimento, e a alma confranger-se numa angústia pungente?

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Também às vezes a fortuna nos embala docemente, e a ambição nos empresta suas asas de ouro, ao passo que a glória envolve-nos com a sua auréola brilhante. Então o homem caminha com os olhos fitos na sua estrela, e com a cabeça alta passa sem perceber as misérias do mundo. Sublimi feriam sidera vértice.

Mas lá vem um dia, uma hora, um instante em que o corpo verga com o peso de tanta grandeza, e a cabeça acurva-se para a terra. Os olhos que mediam o espaço vacilam; a vista que se dilatava pelos horizontes e ousava sondar os arcanos do futuro quebra-se de encontro a uma lousa, a um fosso, onde a pá do coveiro traçou num estreito quadrado e com um pouco de terra revolvida o emblema daquela sentença do Eclesiástico: Vanitas vanitatum et omnia vanitas!

Se, porém a religião é severa nos seus conselhos, se durante os dias de paz e de ventura fortifica o homem por meio da tristeza, na dor ao contrário é de uma bondade inefável.

Nem uma fibra palpita no corpo humano, nem uma pulsação abala o coração, nem um soluço arqueja num peito quebrado pelo sofrimento, que não ache nela um eco, uma voz que lhe responda.

A vida humana se resume na religião; nela se acha a essência de todos os grandes sentimentos do homem e de todas as grandes coisas do mundo.

Quando se folheia este livro da vida, e que se chega à última página – à morte – quando a alma, em face do nada sente-se tomada desta grande e assombrosa ameaça do completo aniquilamento, é que se sente quanto há de consolador na religião.

Entre as sombras da dúvida, entre o vago do infinito, a eternidade surge para nossa alma como uma dessas estrelas furtivas que brilham entre o Cris negro da tempestade, e que guiam o nauta perdido na vasta amplidão dos mares.

Se queres ler a legenda desta crença sublime de todos os povos e de todos os tempos, ide no dia 2 de novembro, dia que a igreja destinou à comemoração dos finados, fazer uma visita aos nossos cemitérios.

Haveis de sentir calar-vos dentro d’alma um eflúvio consolador, quando virdes toda aquela piedosa romaria que percorre as aléias formadas pelos túmulos, relendo entre o pranto as letras de um epitáfio singelo, e espargindo sobre a lousa alguma s flores misturadas de lágrimas e de preces.

Este aspecto de uma multidão forte e cheia de vida prostrada ante as cinzas de alguns mortos não exprime alguma coisa de misterioso, alguma coisa de incompreensível, que decerto se prende a esse religioso culto dos túmulos sempre venerado por todos os povos?

Para que o homem venha assim cada ano avivar uma dor quase extinta, e ver refletir-se na lousa da campa os transes acerbos de uma triste provança já acalmada pelo correr dos tempos, é necessário a força irresistível da verdade revelada pelos impulsos do coração.

Sem isto, não é possível compreender-se o respeito que votamos aos mortos, nem essa melancólica poesia da saudade que inspira a religião dos túmulos.

É verdade; mas os restos dos mortos encerram de envolta com as recordações deste mundo as esperanças de outra vida.

Adaptado do Folhetim de José de Alencar, no Correio Mercantil de 5 de Novembro de 1854

Lá se foram 10 dias…

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Postado: 01-11-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Citações, Cultura, Mundo

O calendário maia, dizem os apocalípticos, prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012. Calendários, no entanto, são excelentes instrumentos para orientar sobre o compromisso da próxima quarta-feira, mas são um embuste para prever o futuro. As diversas civilizações – não só os maias, mas os egípcios, os chineses – criaram os próprios calendários, uns com base no Sol, outros com base na Lua, uns mais longos, outros mais curtos, mas todos sempre foram expressão da inclinação humana de atribuir ordem ao caos. Com o calendário, criamos a sensação de ordenar os dias, os meses e os anos num sistema cronológico racional e matematicamente preciso. Só que a natureza não é assim. Num delicioso livro lançado às vésperas do ano 2000, O Milênio em Questão, no qual se baseia este texto, o grande paleontólogo americano Stephen Jay Gould (1941-2002) escreveu: “A natureza, aparentemente, pode fazer um esplêndido hexágono, mas não um ano com um belo número par de dias ou rotações lunares”. E, com o humor que lhe era peculiar, acrescentou: “A natureza se recusa teimosamente a trabalhar com relações numéricas simples justamente naquilo em que sua regularidade seria mais útil para nós”.

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Ou seja: os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.

Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.

Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras.

Fonte: Veja

Série de Livros do PBQP Software

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Postado: 29-10-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Cultura, Software Livre, Tecnologia

Dando continuidade a ação “Série de Livros do PBQP Software†a Secretaria de Política de Informática – SEPIN do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT, responsável pela condução do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade em Software – PBQP Software, reitera o convite aos autores interessados em participar da chamada de trabalhos para o Ciclo 2010 do Programa.

Para o Ciclo 2010 o tema escolhido é – Melhoria de Processo em Pequenas e Médias Organizações.

Os trabalhos submetidos serão avaliados por um Comitê Editorial que selecionará o livro a ser publicado pelo MCT/SEPIN.

O Comitê Editorial terá a seguinte composição:

Ana Liddy Cenni de Castro Magalhães – QualityFocus
Diva Marinho – MCT SEPIN (editor)
Edméia Andrade – EMBRAPA
Guilherme Horta Travassos – COPPE/UFRJ
Kival Weber – Coordenador Geral do PBQP Software

Datas importantes:

* Submissão do livro (texto completo): até 27 de fevereiro de 2010;
* Avaliação dos trabalhos pelo Comitê Editorial: até 30 de abril de 2010;
* Comunicação do livro a ser publicado pelo MCT/SEPIN: 30 de abril de 2010.

Para participar acesse http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/76536.html onde estão disponíveis as orientações para submissão do livro.

Xampu movimenta milhões

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Postado: 27-10-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Brasil, Citações, Cultura, Mundo, Propaganda

Muito bom o último artigo de Renata Betti para a Veja. Acompanharam todo o investimento da Unilever, para transformar sua linha Seda de xampus, novamente no pupilo da classe C, que agora é uma classe exigente e que mais movimenta o país: “a classe C, público-alvo do xampu, não queria mais um produto que, agora, via como de segunda linha e muito popular

Compartilho o artigo:

Só sobrou a marca
A transformação do xampu Seda mostra tudo
o que é preciso para tentar mudar a imagem que
o consumidor tem de um produto

No dia 5 de março de 2009, um grupo de executivos da Unilever trancou-se por doze horas numa sala da sede em São Paulo para discutir um problema que, eles já sabiam, seria de difícil solução: um dos carros-chefe da empresa, o xampu Seda, líder de vendas no Brasil, perdia espaço no mercado – coisa que, desde seu lançamento, em 1968, jamais havia acontecido. As pesquisas, encomendadas pelo francês Patrick Cescau, então CEO mundial da multinacional de bens de consumo – que fatura por ano 55 bilhões de dólares, ou três vezes o PIB da Bolívia –, não deixavam dúvidas quanto à razão da queda: a classe C, público-alvo do xampu, não queria mais um produto que, agora, via como de “segunda linha” e “muito popular”. “A nova aspiração da classe C brasileira é usar xampus melhores, de preferência indicados pelos cabeleireiros”, concluía o estudo, dando início a um longo processo em que o velho Seda precisou ser inteiramente reinventado até, neste mês, chegar às lojas. Da embalagem à fórmula, só restou mesmo o nome, sobre o qual também passou a pesar certa desconfiança. Um dos testes mostrou que, às cegas, as pessoas até avaliavam bem o Seda, mas, quando sabiam tratar-se dele, as notas caíam. “Chegamos a cogitar abrir mão da marca”, diz um dos diretores da empresa no Brasil, Erik Galardi, à frente da operação que consumirá 125 milhões de reais – o maior investimento já feito pela Unilever numa marca para o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo no segmento de produtos para cabelo, com vendas anuais de 5,4 bilhões de reais, só perdendo para o Japão.

Recriar um produto se torna, muitas vezes, imperativo para que ele sobreviva a mudanças demográficas, econômicas e de hábitos numa sociedade – mas não é um processo fácil. As empresas precisam lançar mão de um extenso repertório de técnicas já consagradas pelo marketing para fisgar o consumidor. “O público é alvo de estratégias milimetricamente concebidas para fazê-lo comprar”, diz Alejandro Pinedo, da consultoria Interbrand. Nos últimos meses, VEJA pôde comprovar isso ao acompanhar as dezenas de etapas e tomadas de decisão envolvidas no relançamento do xampu. A Unilever conduziu doze pesquisas, em que foram ouvidas 500 pessoas, parte delas sendo observada no ato da compra. Nenhuma estratégia foi traçada sem pesar tais informações, um conjunto de dados tão rico e detalhado que, tomado como base, permitiu saber até de que maneira os consumidores manuseavam o xampu no supermercado. Como o antigo frasco tinha concavidades acentuadas, era difícil pegar um na prateleira sem tirar os demais do lugar. Os produtos se desarranjavam e a marca acabava escondida – um desastre para as vendas. Até chegar ao formato atual, mais fino e convexo, criou-se uma dezena de embalagens. Elas foram sendo descartadas depois de submetidas a testes conhecidos como eye tracking, em que uma máquina monitora o movimento dos olhos e detecta os pontos que mais chamam a atenção das pessoas. Assim se decidiu, por exemplo, por um tom de roxo ligeiramente mais vibrante que o anterior. São mudanças aparentemente simples, mas que demandaram uma adaptação em todo o maquinário da fábrica.

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Os especialistas definem o desafio da Unilever como o mais complicado de todos em se tratando da mudança de imagem de um produto: fazer que os consumidores percebam como “chique” um item que há décadas é visto como popular. “A experiência mostra que elevar o conceito que as pessoas têm de uma marca é sempre muito difícil”, diz Edson Crescitelli, diretor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Os casos recentes da Philco e da Arno, ambas do ramo de eletroeletrônicos, ajudam a dimensionar as dificuldades. Já consolidadas na classe C, as duas decidiram, coisa de cinco anos atrás, começar também a produzir itens para estratos de renda mais altos. Por mais que investissem em inovação e marketing, no entanto, não conseguiram convencer ninguém. Pior: além de não conquistarem clientes na classe A, perderam os da C, que ficaram confusos com a mudança. No caso da Unilever, a equação é ainda mais complexa: trata-se de alterar a percepção sobre um mesmo produto. Uma das principais estratégias da empresa foi convidar para prestar consultoria técnica e estrelar campanhas publicitárias um grupo de sete cabeleireiros de renome mundial, entre os quais Yuko Yamashita, criadora da escova japonesa. Não foi fácil convencê-los a participar. A cada “sim”, havia festa no escritório. “É uma tentativa de quebrar o preconceito dos cabeleireiros brasileiros em relação ao Seda e levá-los a indicar o produto aos clientes”, diz Adriana Yamamoto, gerente de marketing da linha de xampus. “Nesse mercado, nada é melhor que o boca a boca.”

Apesar de a Unilever já ter feito ajustes em seu principal xampu antes, eles foram sempre superficiais, e às vezes malsucedidos. Em janeiro de 2008, o Seda ressurgiu em embalagens ultracoloridas e com novo logotipo, na pretensão de ganhar espaço entre xampus mais sofisticados. A propaganda foi maciça, mas o resultado, pífio: os gastos chegaram a 30 milhões de reais sem que as vendas, então estabilizadas, voltassem a subir. “Foi um erro primário. As pessoas perceberam no ato que o produto não havia realmente mudado”, reconhece o diretor Erik Galardi. Desta vez, nada ficou de pé. A fórmula, que era composta de ingredientes “de nível inferior”, segundo a própria Unilever, ganhou ingredientes 20% mais caros. Espera-se com isso reduzir as queixas que circulam na internet de que o Seda deixa o cabelo “armado” ou “parecendo palha”. Quanto à fragrância, que desaparecia por ausência de fixador na fórmula, agora ela é duradoura – o que, segundo as pesquisas, se tornou pré-requisito para as brasileiras. Nem a textura ficou como antes. Líquida demais, aos olhos da nova classe C ela passou a ser identificada com produtos de pior qualidade. Ao colocarem uma porção do velho Seda nas mãos, as pessoas desistiam de comprá-lo, como foi observado em supermercados de todo o país. Daí a atual consistência, mais espessa. Tais melhorias elevaram os custos de produção em 20%, enquanto o preço final do xampu encareceu apenas 10%. “Fomos forçados a encolher as margens de lucro para manter o preço acessível”, diz Galardi. O teto para gastos com xampus na classe C é de 5 reais – o Seda subiu de 4,30 para 4,80 reais.

Os grandes planos de uma empresa global como a Unilever são traçados com no mínimo quatro anos de antecedência e vêm da matriz, em Londres. Assim, ficou estabelecida, no início de 2008, a meta de que a operação da multinacional no Brasil, hoje a terceira do grupo, se tornaria a segunda mais rentável da Unilever até 2012 – ultrapassando a dos Estados Unidos e perdendo apenas para a da Inglaterra. Há, no entanto, espaço para mudanças de rumo diante de situações inesperadas, como foi o caso do xampu Seda. Com as vendas caindo mês a mês no Brasil em 2008, foi a própria matriz que tomou a decisão de transformar o produto, deixando as estratégias por conta dos executivos brasileiros. Como em nenhum outro país se consome mais Seda do que aqui (trata-se de aproximadamente 20 milhões de unidades por mês), o negócio se justifica. Pouco a pouco, o mesmo produto substituirá a antiga versão nos 100 países em que a Unilever está presente – só que com nomes diferentes (Sedal, em países de língua espanhola, e Sunsilk, nos demais). Hoje, o segmento de xampus no Brasil é muito diferente daquele do fim da década de 60, quando a maioria dos brasileiros ainda lavava o cabelo com sabão de coco. De menos de cinco fabricantes no país, chegou-se aos atuais 2.000. A Unilever detém 34% do mercado, que faturou 1,7 bilhão de reais em 2008. É um bom quinhão, que a concorrência, no entanto, tornou mais difícil manter.

Ao Correr da Pena

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Postado: 26-10-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Brasil, Citações, Cultura

Uma boa dica de livro, é justamente o do título desse post: Ao Correr da Pena. Escrito por um jovem José de Alencar, ainda não maduro ou amargo por assim dizer, o livro é uma coletânia de seus folhetins escritos entre 1854 e 1856, muitos dizem gostar do livro porque podem traçar um perfil intelectual do escritor ou perceber sua evolução, indico a obra por se tratar de uma coletânea de ascedentes das crônicas, os folhetins, que tinham como regra principal comentar, no jornal dominical, os acontecimentos semanais daquela época, o Rio de Janeiro do século XIX, porém não se podia perder a leveza e a graça, pois devia ser também literatura e não apenas um mero texto jornalístico, e é isso que me fascina. Literatura e documento histórico, poder comparar as épocas, reviver a política e acontecimentos distantes e desfrutar de uma obra harmônica, literária.

As coisas às vezes parecem não mudar muito, veja esse trecho do Folhetim de 29 de Outubro de 1854, sobre o Passeio Público do Rio de Janeiro, não há como não comparar com os atuais Passeios Públicos e com a pressa de nossas vidas cotidianas:

Quando estiverdes de bom humor e numa excelente disposição de espírito, aproveitai uma dessas belas tardes de verão como tem feito nos últimos dias, e ide passar algumas horas no Passeio Público, onde ao menos gozareis a sombra das árvores e um ar puro e fresco, e estareis livres da poeira e do incômodo rodar dos ônibus e das carroças.

Talvez que, contemplando aquelas velhas e toscas alamedas com suas grades quebradas e suas árvores mirradas e carcomidas, e vendo o descuido e a negligência que reina em tudo isto, vos acudam ao espírito as mesmas reflexões que me assaltaram a mim e a um amigo meu, que há cerca de um ano teve a habilidade de transformar em uma semana uma tarde no Passeio público.

[...]

Contudo parece-me que o estado vergonhoso do nosso Passeio Público não é unicamente devido à falta de zelo da parte do governo, mas também aos nossos usos e costumes, e especialmente a uns certos hábitos caseiros e preguiçosos, que têm a força de fechar-nos em casa dia e noite.

Nós que macaqueamos dos franceses tudo quanto eles têm de mau, de ridículo e de grotesco, nós que gastamos todo o nosso dinheiro brasileiro para transformar-nos em bonecos e bonecas parisienses, ainda não nos lembramos de imitar uma das melhores coisas que eles têm, uma coisa que eles inventaram, que lhes é peculiar e que não existe em nenhum outro país a menos que não seja uma pálida imitação: a flânerie.

Sabeis o que é a flânerie? É o passeio ao ar livre, feito lenta e vagarosamente, conversando ou cismando, contemplando a beleza natural ou a beleza da arte; variando a cada momento de aspectos e de impressões. O companheiro inseparável do homem quando flana é o charuto; o da senhora é o seu buquê de flores.

O que há de mais encantador e de mais apreciável na flânerie é que ela não produz unicamente o movimento material, mas também o exercício moral. Tudo no homem passeia: o corpo e a alma, os olhos e a imaginação. Tudo se agita; porém é uma agitação doce e calma, que excita o espírito e a fantasia, e provoca deliciosas emoções.

Mas entre nós ninguém dá apreço a isto. Contanto que se vá ao baile do tom, à ópera nova, que se pilhem duas ou três constipações por mês e uma tísica por ano, a boa sociedade se diverte; e do alto de seu cupê aristocrático lança um olhar de soberano desprezo para esses passeios pedestres, que os charlatães dizem ser uma condição da vida e de bem-estar, mas que enfim não têm a agradável emoção dos trancos, e não dão a um homem a figura de um boneco de engonço a fazer caretas e a deslocar os ombros entre as almofadas de uma carruagem.

A boa sociedade não precisa passear; tem à sua disposição muitos divertimentos, e não deve por conseguinte invejar esse mesquinho passatempo do caixeiro e do estudante. O passeio é a distração do pobre, que não tem saraus e reuniões.

Entretanto, se por acaso encontrardes o diabo Coxo de Lesage, pedi-lhe que vos acompanhe em alguma nova excursão aérea, e que vos destampe os telhados das casas da cidade; e, se for noite em que a Charton esteja doente e o Cassino fechado, vereis que a atmosfera de tédio e monotonia encontrareis nessas habitações, cujos moradores não passeiam nunca, porque se divertem de uma maneira extraordinária.

Felizmente creio que vamos ter breve uma salutar modificação nesta maneira de pensar. As obras para a iluminação a gás do Passeio Público e alguns outros reparos e melhoramentos necessários já começaram e brevemente estarão concluídos.

Entretanto o Sr. Ministro que se acautele, e pense maduramente nesses melhoramentos que está promovendo. São úteis, são vantajosos; nós sofremos com a sua falta, e esperamos ansiosamente a sua realização. Mas, se há nisto uma incompetência de jurisdição, nessa caso, perca-se tudo, contanto que salve-se o princípio: Quod Dei Deo, quod Cesaris Cesare..

Em outro Folhetim, onde comenta sobre a chegada das máquinas de costura, José de Alencar consegue de forma elegante posar ao lado de opiniões contrárias a automação industrial:

Dizem que o espírito da indústria tem despoetizado todas as artes, e que as máquinas vão reduzindo o mais belo trabalho a um movimento monótono e regular, que detrói todas as emoções e transforma o homem num autômato escravo de outro autômato.

A coletânea foi organizada pela primeira vez por José Maria Vaz Pinto Coelho em 1874:

Por sua valia histórico-literária, ainda mais que por suas louçania de estilo, estes folhetins não deviam continuar a viver dispersos como folhas soltas, que tivessem servido apenas a satisfazer exigências transitórias.

Muitas outras edições foram lançadas no decorrer dos anos. A edição atual de Ao Correr da Pena, foi organizada por João Roberto Faria em 2004, como obra da coleção Cronistas e Contistas do Brasil, e pode ser adquirida no Submarino por 9,90 ou em outras livrarias.

aocorrer

Foram utilizados para cotejo e estabelecimento dos textos as seguintes edições:
Ao correr da pena (org. de J. M. Vaz Pinto Coelho). São Paulo, 1874.
Ao correr da pena (org. de Francisco de Assis Barbosa). São Paulo: Melhoramentos, 1956.
“Ao correr da pena”. In: José de Alencar, Obra Completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1960, vol. 4, pp. 636-848.
Atualizou-se a ortografia e manteve-se a pontuação original.

Existe também uma versão grátis(não tão bem organizada) no Domínio Público, baixe-a e boa leitura.

Entendendo o Lopping

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Postado: 22-10-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Cultura, Diarinho, Tecnologia

looping

Normalmente quando estou explicando algum sistema ou código para alguém que não é da área e falo Looping noto a cara de interrogação do sujeito, pois bem, aqui vai uma pequena explicação sobre o danado do Looping.

O diretor de uma empresa disse à secretária:
- Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário. Faça os preparativos da viagem!

A secretária faz uma chamada para o marido:
- Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.

O marido liga para a amante:
- Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana, então nós vamos poder passar a semana juntos, meu docinho!

A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares:
- Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir às aulas.

O menino liga para o seu avô:
- Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada. Vamos passar a semana juntos?!

O avô (que é o diretor da empresa) diz à secretária:
- Vou passar a próxima semana com o meu neto, então não vou participar daquele Seminário. Pode cancelar a viagem.

A secretária liga para o marido:
- O diretor da empresa mudou de ideia e acabou cancelando a viagem.

O marido liga para a amante:
- Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.

A amante liga para o menino das aulas particulares:
- Mudança de planos: esta semana vamos ter aulas como normalmente.

O menino liga para o avô:
- Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas. Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.

O avô diz novamente à sua secretária:
- Meu neto acabou de dizer que não vai poder ficar comigo essa semana. Continue com os preparativos da viagem ao seminário!

Gestão estratégica – em 6 aulas!

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Postado: 22-10-2009 | Por : Mário Aragão | Em : Citações, Diarinho

Uma compilação de bobagens legais que vêm por e-mail.

AULA 1

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem irá atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz:

- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!!!

Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:

- Quem era ? ??
- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.
- Ótimo!!! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo??

Conclusão: Se você compartilha informações a tempo, você pode prevenir exposições desnecessárias.

AULA 2

Um padre está dirigindo por uma estrada quando um vê uma freira em pé no acostamento. Ele para e oferece uma carona que a freira aceita. Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas. O padre se descontrola e quase bate com o carro. Depois de conseguir controlar o carro e evitar acidente ele não resiste e coloca a mão na perna da freira. A freira olha para ele e diz:

- Padre , lembre-se do Salmo 129!!!

O padre sem graça se desculpa: – Desculpe Irmã, a carne é fraca…

E tira a mão da perna da freira. Mais uma vez a freira diz:

- Padre , lembre-se do Salmo 129!!!

Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso enigmático, desce do carro e entra no convento. Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz: ‘ Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso’.

Conclusão: Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, você pode perder excelentes oportunidades.

AULA 3

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz:

- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!!!

- Eu primeiro, eu primeiro.’ grita um dos funcionários… Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida ‘ …. Pufff e ele foi .

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas !!! Puff e ele se foi .

– Agora você – diz o gênio para o gerente ..

- Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

AULA 4

Na Ãfrica todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo. Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

AULA 5

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:

- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?

O corvo responde: – Claro, porque não?

O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

AULA 6

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:

- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde: – Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente

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