Desopiladas de outubro, 2008

Google faz acordo com editoras

Cultura, Download, Google, Mundo, Tecnologia

O Google, a Association of American Publishers e o Authors Guild anunciaram nesta terça um acordo de U$ 125 milhões para aumentar o acesso online a milhões de livros. Assim termina um processo iniciado há três anos por editoras e pelo Guild contra o Google. O fim do processo veio devido a melhorias na distribuição de conteúdo digital e expansão dos serviços do Google Book Search.

Fonte: IDG Now

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Software Livre no Congresso Ceará Gestão Pública

Aqui no Ceará, Citações, Política, Software Livre

O tema Software Livre estará presente no Congresso Ceará Gestão Pública com a palestra “Software Livre: Projeto do Governo do Estado do Ceará”, a ser proferida por Lícia Viana (Seplag), no dia 30 de outubro (quinta-feira), das 10h10min às 12h, na sala Eça de Queiroz do Hotel Vila Galé, Fortaleza - Ceará.

Especialistas de vários estados participam do Congresso Ceará Gestão Pública, a ser promovido pela SEPLAG, a partir das 9 horas desta quarta-feira, dia 29. Durante dois dias, palestras, painéis e apresentação de trabalhos movimentarão a programação temática do evento, que servirá como um espaço de discussão sobre instrumentos e boas práticas executadas nas administrações públicas.

Fonte: Software Livre Ceará

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LatinoWare 2008

Brasil, Cultura, Mundo, Software Livre, Tecnologia

Ainda há vagas disponíveis para os minicursos oferecidos no Latinoware 2008, conferência latino-americana de software livre que ocorre de 30 de outubro a 1º de novembro no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu.

Os minicursos são voltados para formação profissional, você pode fazer a inscrição antecipadamente no lapsi.latinoware.org, lá também é possível ver um resumo detalhado dos mesmos.

As palestras são mais abrangentes e discutem desde inclusão digital até aspectos técnicos das distribuições Linux.

Diversas caravanas estão listadas no site, que facilitam a viagem e a interação entre o público do evento.

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A História do Livro

Citações, Cultura

Que é o livro? Para fins estatísticos, na década de 60, a UNESCO considerou o livro “uma publicação impressa, não periódica, que consta de no mínimo 49 páginas, sem contar as capas”. O livro é um produto industrial.

Mas também é mais do que um simples produto. O primeiro conceito que deveríamos reter é o de que o livro como objeto é o veículo, o suporte de uma informação. O livro é uma das mais revolucionárias invenções do homem.

A Enciclopédia Abril (1972), publicada pelo editor e empresário Victor Civita, no verbete “livro” traz concisas e importantes informações sobre a história do livro. A seguir, transcrevemos alguns tópicos desse estudo didático sobre o livro:

O livro na Antiguidade

Antes mesmo que o homem pensasse em utilizar determinados materiais para escrever (como, por exemplo, fibras vegetais e tecidos), as bibliotecas da Antiguidade estavam repletas de textos gravados em tabuinhas de barro cozido. Eram os primeiros “livros”, depois progressivamente modificados até chegar a ser feitos - em grandes tiragens - em papel impresso mecanicamente, proporcionando facilidade de leitura e transporte. Com eles, tornou-se possível, em todas as épocas,
transmitir fatos, acontecimentos históricos, descobertas, tratados, códigos ou apenas entretenimento.

Como sua fabricação, a função do livro sofreu enormes modificações dentro das mais diversas sociedades, a ponto de constituir uma mercadoria especial, com técnica, intenção e utilização determinadas. No moderno movimento editorial das chamadas sociedades de consumo, o livro pode ser considerado uma mercadoria cultural, com maior ou menor significado no contexto socioeconômico em que é publicado. Como mercadoria, pode ser comprado, vendido ou trocado. Isso não ocorre, porém, com sua função intrínseca, insubstituível: pode-se dizer que o livro é essencialmente um instrumento cultural de difusão de idéias, transmissão de conceitos, documentação (inclusive fotográfica e iconográfica), entretenimento ou ainda de condensação e acumulação do conhecimento. A palavra escrita venceu o tempo, e o livro conquistou o espaço. Teoricamente, toda a humanidade pode ser atingida por textos que difundem idéias que vão de Sócrates e Horácio a Sartre e McLuhan, de Adolf Hitler a Karl Marx.

Espelho da sociedade

A história do livro confunde-se, em muitos aspectos, com a história da humanidade. Sempre que escolhem frases e temas, e transmitem idéias e conceitos, os escritores estão elegendo o que consideram significativo no momento histórico e cultural que vi-vem. E assim, fornecem dados para a análise de sua sociedade. O conteúdo de um livro - aceito, discutido ou refutado socialmente - integra a estrutura intelectual dos grupos sociais.

Nos primeiros tempos, o escritor geralmente vivia em contato direto com seu público, que era formado por uns poucos letrados, já cientes das opiniões, idéias, imaginação e teses do autor, pela própria convivência que tinha com ele. Muitas vezes, mesmo antes de ser redigido o texto, as idéias nele contidas já haviam sido intensa-mente discutidas pelo escritor e parte de seus leitores. Nessa época, como em várias outras, não se pensava no enorme percentual de analfabetos. Até o século XV, o livro servia exclusivamente a uma pequena minoria de sábios e estudiosos que constituíam os círculos intelectuais (confinados aos mosteiros no início da Idade Média) e que tinham acesso às bibliotecas, cheias de manuscritos ricamente ilustrados.

Com o reflorescimento comercial europeu em fins do século XIV, burgueses e comerciantes passaram a integrar o mercado livreiro da época. A erudição laicizou-se, e o número de escritores aumentou, surgindo também as primeiras obras escritas em línguas que não o latim e o grego (reservadas aos textos clássicos e aos assuntos considerados dignos de atenção).

Nos séculos XVI e XVII surgiram diversas literaturas nacionais, demonstrando, além do florescimento intelectual da época, que a população letrada dos países europeus estava mais capacitada a adquirir obras escritas.

Cultura e comércio

Com o desenvolvimento do sistema de impressão de Gutenberg, a Europa conseguiu dinamizar a fabricação de livros, imprimindo, em cinqüenta anos, cerca de vinte milhões de exemplares para uma população de quase cem milhões de habitantes, a maioria analfabeta. Para a época, isso significou enorme revolução, demonstrando que a imprensa só se tornou uma realidade diante da necessidade social de ler mais.

Impressos em papel, feitos em cadernos costurados e posteriormente encapados, os livros tornaram-se empreendimento cultural e comercial: os editores passaram logo a se preocupar com melhor apresentação e redução de preços. Tudo isso levou à comercialização do livro. E os livreiros baseavam-se no gosto do público para imprimir, sobretudo, obras religiosas, novelas, coleções de anedotas, manuais técnicos e receitas.

Mas o percentual de leitores não cresceu na mesma proporção que a expansão demográfica mundial. Somente com as modificações socioculturais e econômicas do século XIX - quando o livro começou a ser utilizado também como meio de divulgação dessas modificações, e o conhecimento passou a significar uma conquista para o homem, que, segundo se acreditava, poderia ascender socialmente se lesse - houve um relativo aumento no número de leitores, sobretudo na França e na Inglaterra, onde alguns editores passaram a produzir, a preços baixos, obras completas de autores famosos. 0 livro era então interpretado como símbolo de liberdade, conseguida por conquistas culturais. Entretanto, na maioria dos países, não houve nenhuma grande modificação nos índices percentuais até o fim da Primeira Guerra Mundial (1914/18), quando surgiram as primeiras grandes tiragens de livros, principalmente romances, novelas e textos didáticos. O número elevado de cópias, além de baratear o preço da unidade, difundiu ainda mais a literatura. Mesmo assim, a maior parte da população de muitos países continuou distanciada, em parte porque o livro, em si, tinha sido durante muitos séculos considerado objeto raro, passível de ser adquirido somente por um pequeno número de eruditos. A grande massa da população mostrou maior receptividade aos jornais, periódicos e folhetins, mais dinâmicos e atualizados, além de acessíveis ao poder aquisitivo da grande maioria.

Mas isso não chegou a ameaçar o livro como símbolo cultural de difusão de idéias, como fariam, mais tarde, o rádio, o cinema e a televisão.

O advento das técnicas eletrônicas, o aperfeiçoamento dos métodos fotográficos e a pesquisa de materiais praticamente imperecíveis fazem alguns teóricos da comunicação de massa pensar em um futuro sem os livros tradicionais, com seu formato quadrado ou retangular, composto de folhas de papel, unidas umas às outras por um dos lados.

Seu conteúdo e suas mensagens, racionais ou emocionais, seriam transmitidos por outros meios, como, por exemplo, micro-filmes e fitas gravadas.

A televisão transformaria o mundo inteiro em uma grande “aldeia” (como afirmou Marshall McLuhan), no momento em que todas as sociedades decretassem sua prioridade em relação aos textos escritos.

Mas a palavra escrita dificilmente deixaria de ser considerada uma das mais importantes heranças culturais, para todos os povos.

E no decurso de toda a sua evolução, o livro sempre pôde ser visto como objeto cultural (manuseável, com forma entendida e interpretada em função de valores plásticos) e símbolo cultural (dotado de conteúdo, entendido e interpretado em função de valores semânticos). As duas maneiras podem fundir-se no pensamento coletivo, como um conjunto orgânico (onde texto e arte se completam, como, por exemplo, em um livro de arte) ou apenas como um conjunto textual (onde a mensagem escrita vem em primeiro lugar - em um livro de matemática, por exemplo).

A mensagem (racional, prática ou emocional) de um livro é sempre intelectual e pode ser revivida a cada momento.

O conteúdo, estático em si, dinamiza-se em função da assimilação das palavras pelo leitor, que pode discuti-las, reafirmá-las, negá-las ou transformá-las.

Por isso, o livro pode ser considerado um instrumento cultural capaz de liberar informação, sons, imagens, sentimentos e idéias através do tempo e do espaço.

A quantidade e a qualidade das idéias colocadas em um texto podem ser aceitas por uma sociedade, ou por ela negadas, quando entram em choque com conceitos ou normas culturalmente admitidas.

Nas sociedades modernas, em que a classe média tende a considerar o livro como sinal de status e cultura (erudição), os compra-dores utilizam-no como símbolo mesmo, desvirtuando suas funções ao transformá-lo em livro-objeto.

Mas o livro é antes de tudo funcional - seu conteúdo é que lhe confere valor (como os livros das ciências, de filosofia, religião, artes, história e geografia, que representam cerca de 75% dos títulos publicados anualmente em todo o mundo).

O mundo lê mais

No século XX, o consumo e a produção de livros aumentaram progressivamente. Lançado logo após a Segunda Guerra Mundial (1939/45), quando uma das características principais da edição de um livro eram as capas entreteladas ou cartonadas, o livro de bolso constituiu um grande êxito comercial. As obras - sobretudo best-sellers publicados algum tempo antes em edições de luxo - passaram a ser impressas em rotativas, como as revistas, e distribuídas às bancas de jornal. Como as tiragens elevadas permitiam preços muito baixos, essas edições de bolso popularizaram-se e ganharam importância em todo o mundo.

Até 1950, existiam somente livros de bolso destinados a pessoas de baixo poder aquisitivo; a partir de 1955, desenvolveu-se a categoria do livro de bolso “de luxo”. As características principais destes últimos eram a abundância de coleções - em 1964 havia mais de duzentas nos Estados Unidos - e a variedade de títulos, endereçados a um público intelectualmente mais refinado.

A essa diversificação das categorias adiciona-se a dos pontos de venda, que passaram a abranger, além das bancas de jornal, farmácias, lojas, livrarias, etc. Assim, nos Estados Unidos, o número de títulos publicados em edições de bolso chegou a 35 mil em 1969, representando quase 35% do total dos títulos editados

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Top Five - Vacilo dos CQCs

Brasil, Vídeos

Já que hoje é dia de CQC, um vídeo legal no estilo Top 5 de vacilos dos apresentadores do programa.

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Zoneando as redes Wi-fi livres

Aqui no Ceará, Brasil, Google, Software Livre, Tecnologia

Há tempos estava com a idéia de mapear as wi-fi free zones de Fortaleza e de todo o Brasil, comentei com meu amigo Elizeu Aboim, mas nunca parei um tempinho pra fazer isso lá no GoogleMaps. Pronto! Ele começou o Wi-fi Hotspots e já estou ajudando. Vamos zonear moçada! ;]

Exibir mapa ampliado

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Você tem vocação pra escravo? Você ganha pouco?

Cultura, Diarinho, Vídeos

Você tem vocação pra escravo? Você ganha pouco? Ora, faça um trabalho espetacular, seja o alvo! Ganhe a liberdade.

Que tipo de gerente existe dentro da sua empresa? Ele contribui em algo ou apenas passa o dia inteiro sentado sem fazer nada? Você trabalha para o Senhor de Engenho?

Muito bom esse vídeo com o consultor Waldez Ludwig, um tapa na cara de muitos, bem esclarecedor. Vale a pena.

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Software Livre pode crescer na crise

Mundo, Software Livre, Tecnologia

O presidente e Chief Executive Officer (CEO) da Red Hat, Jim Whitehurst, espera que o software livre cresça mais forte do que o mercado proprietário em meio à crise financeira mundial.

Whitehurst diz que, enquanto as previsões de uma recessão significam menos projetos, os benefícios econômicos do open source encorajam os clientes de softwares proprietários a migrarem.

“Tive algumas conversas com CIOs, que afirmaram ser uma ‘loja da Microsoft’ e não usarem nada aberto e, devido a pressões para a redução de custos operacionais, pediram nossa ajuda para criar um plano para tal”, afirma Whitehurst.

A esperança é conseguir espaço em empresas que buscam economizar. “Em seis ou nove meses, teremos certeza disso, mas não tenho dúvida de que o open source terá mais espaço que nossos rivais proprietários”, diz o executivo.

Segundo a Forrester Research, uma recessão atingirá os gastos com tecnologia até meados de 2009.

O presidente da Red Hat reconhece que as ofertas da empresa são mais populares entre empresas de alta tecnologia que usam tecnologia para vantagem competitiva - o que ele quer mudar.

“Estamos trabalhando para criar um ecossistema comercial que espelha nosso ecossistema técnico. Nós tornamos o open source utilizável a empresas pelos nossos testes, certificações, desempenho, documentação e suporte. O próximo passo em nosso modelo de negócios é facilitar o uso dos softwares a consumidores menos sofisticados”, explica Whitehurst.

Fonte: Andrew Hendry, editor do Computerworld, de Sidney

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Um casamento inesquecível

Cultura, Vídeos

Lindona, não invente de casar na beira da piscina, ok! :]

1 Comentario

Fantasias: uma criativa e outra…

Carnaval, Diarinho, Imagens

Olha só a fantasia que essas meninas bolaram para ir ao baile:

Fantasia Criativa

Já esse sujeito, não sei de onde tirou a idéia dessa fantasia, putz! Pessoa estranha…

Pessoa Estranha :O

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